Quinta-feira, Janeiro 31, 2008
Está tão difícil, mas tão difícil que eu mesma me surpreendo.
Não tenho vontade de nada, não tenho vontade de falar com ninguém.
Parece que eu sou um imenso buraco negro.
Sinto falta do meu filho. Precisava de um abraço dele mas ele está lá, no estágio, nas coisas dele e quando eu ligo ele parece sempre tão ocupado e eu pareço sempre tão incoveniente e daí eu acabo desistindo de ligar.
Eu sei que vai chegar a hora que ele vai perceber que dá pra conciliar as duas coisas.
Minha filha é tão linda, tão linda e tão impaciente com as pessoas. Tão rude!
Minha filha é como um exercito em permanete pé de guerra. A menor palavra errada e ela dispara os misseis.
Minha mãe? É tão velhinha!
E na velhice dela a gente se exaspera pelas coisas bizarras que faz, pelas bobagens que diz, pelo volume com o qual ela assiste a televisão.
E eu quero arabçá-los todos, minha mãe, minha filha, meu filho, todos os meus amigos e ficar grudada neles como se assim eu pudesse ter a certeza de que eles nunca me seriam tomados. Nunca deixariam de estar ao alcance da minha voz, nem que fosse por telefone.
As palavras deles nunca estariam mais distantes do que um email.
Está tão difícil!
Eu só tenho vontade de comer. Como se comendo eu pudesse preencher o tempo, o vazio, as horas que fico pensando nas coisas que não conversei com a Lígia, com o Alê, com o Eric, com minha tia Nair, com meu sogro.
Tenho uma fome do tamanho do mundo. Fome de amor, de carinho, de afeto, de atenção.
Meu Deus!
No meio de tantas perdas eu sinto como se tivesse perdido a mim mesma.
Não acho o caminho pra mim, pro que eu sinto.
Não adianta chorar, nem comer, nem...nem nada!
E no meio do nada a gente tem que sorrir, tem que dar aula, tem que passear o cachorro, tem que...viver!
Não tenho vontade de nada, não tenho vontade de falar com ninguém.
Parece que eu sou um imenso buraco negro.
Sinto falta do meu filho. Precisava de um abraço dele mas ele está lá, no estágio, nas coisas dele e quando eu ligo ele parece sempre tão ocupado e eu pareço sempre tão incoveniente e daí eu acabo desistindo de ligar.
Eu sei que vai chegar a hora que ele vai perceber que dá pra conciliar as duas coisas.
Minha filha é tão linda, tão linda e tão impaciente com as pessoas. Tão rude!
Minha filha é como um exercito em permanete pé de guerra. A menor palavra errada e ela dispara os misseis.
Minha mãe? É tão velhinha!
E na velhice dela a gente se exaspera pelas coisas bizarras que faz, pelas bobagens que diz, pelo volume com o qual ela assiste a televisão.
E eu quero arabçá-los todos, minha mãe, minha filha, meu filho, todos os meus amigos e ficar grudada neles como se assim eu pudesse ter a certeza de que eles nunca me seriam tomados. Nunca deixariam de estar ao alcance da minha voz, nem que fosse por telefone.
As palavras deles nunca estariam mais distantes do que um email.
Está tão difícil!
Eu só tenho vontade de comer. Como se comendo eu pudesse preencher o tempo, o vazio, as horas que fico pensando nas coisas que não conversei com a Lígia, com o Alê, com o Eric, com minha tia Nair, com meu sogro.
Tenho uma fome do tamanho do mundo. Fome de amor, de carinho, de afeto, de atenção.
Meu Deus!
No meio de tantas perdas eu sinto como se tivesse perdido a mim mesma.
Não acho o caminho pra mim, pro que eu sinto.
Não adianta chorar, nem comer, nem...nem nada!
E no meio do nada a gente tem que sorrir, tem que dar aula, tem que passear o cachorro, tem que...viver!
Terça-feira, Janeiro 29, 2008
Vamos indo!
Parece injusto o dia nascer e a vida continuar sem a Ligia aqui.
A gente levanta, come, lava, escova, escreve e fica aquela vozinha macabra te lembrando o tempo todo que ela foi embora.
Mas não tem jeito e a gente tem que seguir.
As aulas deveriam começar amanhã mas a reforma da escola não ficou pronta.
Todo mundo sabia que não ficaria menos os donos da escola que demoraram pra se render às evidências.
Meus alunos particulares também estão em ritmo de carnaval ou seja, ninguém quer aula
E eu preciso trabalhar pra não pensar, já que não dá pra sair pra caminhar ou correr por conta da chuva forte e intermitente.
Qualquer coisa que não me deixe pensar nem comer porque, Senhor, como eu comi hoje. Comi meu nervoso, minha tristeza, minha revolta.
Comer não vai trazê-la de volta, só vai trazer os quilos que ela odiava e que eu odeio também.
O César me ligou duas vezes entre ontem e hoje e nas duas eu começava a conversar com ele mas desandava a chorar. Ao invés de consolá-lo era ele quem tinha que tentar me consolar.
Sinto-me uma inútil!
Mas o fato dele ter me ligado me deixou contente porque percebi que não apenas eu os considero família, eles também sabem que eu os amo!
Parece injusto o dia nascer e a vida continuar sem a Ligia aqui.
A gente levanta, come, lava, escova, escreve e fica aquela vozinha macabra te lembrando o tempo todo que ela foi embora.
Mas não tem jeito e a gente tem que seguir.
As aulas deveriam começar amanhã mas a reforma da escola não ficou pronta.
Todo mundo sabia que não ficaria menos os donos da escola que demoraram pra se render às evidências.
Meus alunos particulares também estão em ritmo de carnaval ou seja, ninguém quer aula
E eu preciso trabalhar pra não pensar, já que não dá pra sair pra caminhar ou correr por conta da chuva forte e intermitente.
Qualquer coisa que não me deixe pensar nem comer porque, Senhor, como eu comi hoje. Comi meu nervoso, minha tristeza, minha revolta.
Comer não vai trazê-la de volta, só vai trazer os quilos que ela odiava e que eu odeio também.
O César me ligou duas vezes entre ontem e hoje e nas duas eu começava a conversar com ele mas desandava a chorar. Ao invés de consolá-lo era ele quem tinha que tentar me consolar.
Sinto-me uma inútil!
Mas o fato dele ter me ligado me deixou contente porque percebi que não apenas eu os considero família, eles também sabem que eu os amo!
Domingo, Janeiro 27, 2008
Quando a dor aleija
Me veio a mente uma cena do filme Cabaret onde Liza Minelli se coloca embaixo de uma ponte onde passa o trem e, assim que ele passa, ela grita,grita, grita.
Agora ao anoitecer eu sai com o Jack porque as paredes do apartamento estavam me sufocando, como se estivessem se fechando sobre mim.
Dei uma volta com ele e voltei pra deixá-lo em casa e sai de novo e dessa vez sai andando muito rápido e de repente eu estava correndo, correndo, cada vez mais rápido como se eu correndo conseguisse fugir da minha dor.
Eu me sentia como Forrest Gump, eu entendi aquela necessidade de correr como se o mundo fosse acabar, como se o demonio estivesse atrás de você.
Corri até sentir enjôo e ter sentar, na verdade eu me joguei na grama do Parque Campolim e fiquei de joelhos chorando feito louca.
A gente estuda tanto, a gente reza e crê e com tudo a morte não tem nada de natural.
Nada! Nunca é natural!
A gente sofre a dor da gente, a dor do amigo, a dor futura.
A morte não deixa espaço pra mais nada que não seja a dor.
O tempo ajuda mas dentro de mim fica aquele medo terrível da próxima vez que essa dor medonha venha me atacar.
A gente não perde ninguém porque ninguém é nosso mas a nossa vida sem aqueles a quem amamos perde o colorido.
Vai desbotando.
E eu tenho tanto medo do futuro...medo que tudo possa se descolorir e que sobre eu aqui, só eu pra lembrar de como era tudo tão bonito.
Agora ao anoitecer eu sai com o Jack porque as paredes do apartamento estavam me sufocando, como se estivessem se fechando sobre mim.
Dei uma volta com ele e voltei pra deixá-lo em casa e sai de novo e dessa vez sai andando muito rápido e de repente eu estava correndo, correndo, cada vez mais rápido como se eu correndo conseguisse fugir da minha dor.
Eu me sentia como Forrest Gump, eu entendi aquela necessidade de correr como se o mundo fosse acabar, como se o demonio estivesse atrás de você.
Corri até sentir enjôo e ter sentar, na verdade eu me joguei na grama do Parque Campolim e fiquei de joelhos chorando feito louca.
A gente estuda tanto, a gente reza e crê e com tudo a morte não tem nada de natural.
Nada! Nunca é natural!
A gente sofre a dor da gente, a dor do amigo, a dor futura.
A morte não deixa espaço pra mais nada que não seja a dor.
O tempo ajuda mas dentro de mim fica aquele medo terrível da próxima vez que essa dor medonha venha me atacar.
A gente não perde ninguém porque ninguém é nosso mas a nossa vida sem aqueles a quem amamos perde o colorido.
Vai desbotando.
E eu tenho tanto medo do futuro...medo que tudo possa se descolorir e que sobre eu aqui, só eu pra lembrar de como era tudo tão bonito.
Sis, eu vou sentir saudades!


Sis, a gente tinha ficado de se falar, você disse que ia me escrever um email contando como você estava. Eu sabia que as coisas não estavam bem.
Você estava quieta, calada, desde o fim do ano. Você estava triste. O tratamento não estava fazendo o efeito desejado e vc ficava calada e eu...eu procurei respeitar o seu silêncio.
Eu fiquei aqui esperando o seu email me contando tudo pra decidir se eu ia ou não a Bauru lá pela segunda feira de carnaval, só pra te abraçar porque o seu niver está chegando.
Sis, eu te amo!
Você não teve uma irmã e eu também não e apesar da nossa diferença de idade a gente se achou em tantas coisas, em tantos sentimentos.
A gente trocava receita de bolo e titulos de livros e lágrimas como as crianças trocam figurinhas.
Quanto o Alê morreu a primeira pessoa que eu liguei foi pra você e agora Sis? Agora eu não tenho pra quem ligar. Eu quero gritar, quero berrar e não sai nada.
Tenho que mandar o ar entrar nos pulmões e tenho que rezar pra que os meninos aguentem, pra que o César aguente, pra que sua mãe se perdoe de todos os anos de incompreensão.
Ela te amava viu Li, ela amava sim do jeito estabanado dela mas amava.
E seus irmãos... e nós...todas nós!
Nunca tenho pena de quem vai, de quem morre. Tenho pena do momento sofrido da passagem porque imagnio que deixar aqueles a quem amamos não deva ser fácil mas sei, tenho plena confiança de que qualquer lugar no universo seja melhor do que aqui.
Tenho pena da gente que vai ficar sem o seu sorriso, o seu olhar querido, o seu abraço, a sua atenção.
Ah, Ligia, que merda!
Sábado, Janeiro 26, 2008
Eles nasceram ontem...
Sai Nhaca de corpo que não te pertence
Nem faz 3 semanas ainda que cheguei de viagem e já tive problemas pra um ano.
O último é que estou há quase uma semana me sentindo uma rainha, se é que vocês me entendem.
Ontem cedi e fui ao hospital da Unimed onde me fizeram trocentos exames, me puseram "no soro" (óbvio) e diagnosticaram como infecção urinária.
Ok mas eu tenho mesmo é diarréia!
Só que aqui em casa eu não tenho o direito de ficar doente sozinha. De jeito algum! Eu pego qualquer coisa e minha mãe, em solidariedade, também pega.
Ai é aquele negócio de que eu tenho que ficar bem porque preciso cuidar dela.
Usualmente ela já geme o dia inteiro. Não que ela sinta dor o tempo todo mas porque ela geme pra levantar, pra sentar, pra virar...87 anos acho que o mínimo que posso deixar é que ela fique gemendo.
Agora, com cólicas intestinais ela está se divertindo de tanto gemer e me enlouquecendo.
Minha filha fez a cirurgia do siso (sim, sim, a semana passada foi meu filho) e está atacando suas aulas de confeitaria na cozinha porque não pode sair de casa.
A conta do gás vai vir linda!
Eu não posso nem sentir o cheiro que vem da cozinha que me dá enjôo e fico com pena porque ela queria que eu experimentasse.
Pra completar ela faz tudo ouvindo um som que me irrita.
Sim filha, eu sei que vc lê meu blog, mas como vc tem direito de escrever o que quer no seu eu tenho no meu.
Se eu cruzar a Avril Lavigne ou a Beyoncé na rua eu mato!
Meu filho está numa profunda crise de "eu e meu umbigo" então está enfiado no clube 7 dias por semana quase 24 hs por dia e se eu peço ajuda ele diz que eu estou exagerando.
As aulas começam na semana que vem e eu estou imprestável pra preparar o que preciso e, pra completar o quadro maravilhoso, Jack está numa daquelas fases de coceira insuportável e a veterinária dele está grávida e de repouso.
Pé de pato, mangalô tres veis.
Eu quero voltar pro Ceará correndo!
O último é que estou há quase uma semana me sentindo uma rainha, se é que vocês me entendem.
Ontem cedi e fui ao hospital da Unimed onde me fizeram trocentos exames, me puseram "no soro" (óbvio) e diagnosticaram como infecção urinária.
Ok mas eu tenho mesmo é diarréia!
Só que aqui em casa eu não tenho o direito de ficar doente sozinha. De jeito algum! Eu pego qualquer coisa e minha mãe, em solidariedade, também pega.
Ai é aquele negócio de que eu tenho que ficar bem porque preciso cuidar dela.
Usualmente ela já geme o dia inteiro. Não que ela sinta dor o tempo todo mas porque ela geme pra levantar, pra sentar, pra virar...87 anos acho que o mínimo que posso deixar é que ela fique gemendo.
Agora, com cólicas intestinais ela está se divertindo de tanto gemer e me enlouquecendo.
Minha filha fez a cirurgia do siso (sim, sim, a semana passada foi meu filho) e está atacando suas aulas de confeitaria na cozinha porque não pode sair de casa.
A conta do gás vai vir linda!
Eu não posso nem sentir o cheiro que vem da cozinha que me dá enjôo e fico com pena porque ela queria que eu experimentasse.
Pra completar ela faz tudo ouvindo um som que me irrita.
Sim filha, eu sei que vc lê meu blog, mas como vc tem direito de escrever o que quer no seu eu tenho no meu.
Se eu cruzar a Avril Lavigne ou a Beyoncé na rua eu mato!
Meu filho está numa profunda crise de "eu e meu umbigo" então está enfiado no clube 7 dias por semana quase 24 hs por dia e se eu peço ajuda ele diz que eu estou exagerando.
As aulas começam na semana que vem e eu estou imprestável pra preparar o que preciso e, pra completar o quadro maravilhoso, Jack está numa daquelas fases de coceira insuportável e a veterinária dele está grávida e de repouso.
Pé de pato, mangalô tres veis.
Eu quero voltar pro Ceará correndo!
Quinta-feira, Janeiro 24, 2008
Amigo é coisa pra se guardar do lado esquerdo do peito, dentro do coração

Quando as coisas na sua vida derem pra trás e você estiver num "apuro" danado desejo que você tenha bons amigos por perto pra lhe ajudar.
Na verdade desejo que você tenha FALMIGAS!
Rifa da Gi
Terça-feira, Janeiro 22, 2008
"Dinamica de grupo"
Eu quero saber quem foi o/a fela da puta que inventou isso.
Senhor que coisa mais chata, mais sem sentido, mais sem utilidade.
E a cambada se vê colocada em círculo e bate palmas e canta e dança e tem que passar pra fernte uma bola imaginária.
E a cambada ri de rolar ou chora de enxugar as lágrimas e a idiota aqui fica ali, com aquele meio sorriso sem graça.
Todo ano eu digo que é a última vez e no ano seguinte lá estou eu me prestando a essa droga outra vez.
Pelo menos na outra escola onde leciono tivemos direito a rosa, café da manhã e boa música.
Senhor que coisa mais chata, mais sem sentido, mais sem utilidade.
E a cambada se vê colocada em círculo e bate palmas e canta e dança e tem que passar pra fernte uma bola imaginária.
E a cambada ri de rolar ou chora de enxugar as lágrimas e a idiota aqui fica ali, com aquele meio sorriso sem graça.
Todo ano eu digo que é a última vez e no ano seguinte lá estou eu me prestando a essa droga outra vez.
Pelo menos na outra escola onde leciono tivemos direito a rosa, café da manhã e boa música.
Parabéns Maniiiiiiiiiiiiiiiiii
Mani está no meio entre Luciana e eu.Minha queridissima amiga Nádia, ou Mani para os íntimos, faz aniversário hoje.Ela é linda!
Ela é meiga!
Ela tem uma risada rouca que faz a gente ficar feliz!
Ela tem a pela clarinha clarinha e é nascida e mora em Fortaleza, o que me espanta!
Ela é a gentileza em forma de gente!
Ela é delicada e doce.
Eu só posso agradecer a Deus por nos dar um presente maravilhoso com ela.
Mani, doçura linda, seja feliz hoje e sempre.
E... todos os dias eu acendo uma vela pra Nat. e sei que ela vai ficar bem.
Domingo, Janeiro 20, 2008
Auto-sabotagem
Você tá lá, contente! Você tem feito tudo direitinho e sua vida está nos trilhos. Você se sente uma vitoriosa porque ultimamente tem conseguido fazer as coisas que se propõe, tem consigo superar obstáculos.
Você até se olha no espelho e se sente...bonita! Gente!
E no minuto seguinte você vai lá e merdeia tudo!
Qual é o problema da maioria dos seres humanos que quando estão ganhando vão lá e fazem uma baita merda e complicam tudo?
Já não passou por esse caminho? Já não viu que é fria? Que você só sofre com o resultado?
Gosta de sofrer?
Gosta de se sentir "loser"?
Mas eu sou da teoria do "beber, cair e levantar", mesmo se eu não bebo.
Caiu? Levanta, cachorra, sacode a poeira e dá a volta por cima e vê se aprende pra não tropeçar mais na MESMA pedra!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Você até se olha no espelho e se sente...bonita! Gente!
E no minuto seguinte você vai lá e merdeia tudo!
Qual é o problema da maioria dos seres humanos que quando estão ganhando vão lá e fazem uma baita merda e complicam tudo?
Já não passou por esse caminho? Já não viu que é fria? Que você só sofre com o resultado?
Gosta de sofrer?
Gosta de se sentir "loser"?
Mas eu sou da teoria do "beber, cair e levantar", mesmo se eu não bebo.
Caiu? Levanta, cachorra, sacode a poeira e dá a volta por cima e vê se aprende pra não tropeçar mais na MESMA pedra!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Diversão garantida
Não tem o que fazer num sábado a noite?
Entre no google e comece a procurar emprego em paises como Emirados Árabes, Austrália, Canadá, India.
Claro que vc precisa falar um minimo de ingles pra ter a diversão garantida.
Nos Emirados então tem emprego pra todos de todo jeito com todo salário.
Eu já to velhinha mas se fosse mais jovem...
Entre no google e comece a procurar emprego em paises como Emirados Árabes, Austrália, Canadá, India.
Claro que vc precisa falar um minimo de ingles pra ter a diversão garantida.
Nos Emirados então tem emprego pra todos de todo jeito com todo salário.
Eu já to velhinha mas se fosse mais jovem...
Sábado, Janeiro 19, 2008
Fernando Pessoa
Cai chuva do céu cinzento
Que não tem razão de ser.
Até o meu pensamento
Tem chuva nele a escorrer.
Tenho uma grande tristeza
Acrescentada à que sinto.
Quero dizer-ma mas pesa
O quanto comigo minto.
Porque verdadeiramente
Não sei se estou triste ou não.
E a chuva cai levemente
(Porque Verlaine consente)
Dentro do meu coração.
Fernando Pessoa, 15-11-1930.
Que não tem razão de ser.
Até o meu pensamento
Tem chuva nele a escorrer.
Tenho uma grande tristeza
Acrescentada à que sinto.
Quero dizer-ma mas pesa
O quanto comigo minto.
Porque verdadeiramente
Não sei se estou triste ou não.
E a chuva cai levemente
(Porque Verlaine consente)
Dentro do meu coração.
Fernando Pessoa, 15-11-1930.
Cecília Meirelles
A arte de ser feliz
Houve um tempo em que minha janela
se abria sobre uma cidade que parecia
ser feita de giz. Perto da janela havia um
pequeno jardim quase seco.
Era uma época de estiagem, de terra
esfarelada, e o jardim parecia morto.
Mas todas as manhãs vinha um pobre
com um balde e, em silêncio, ia atirando
com a mão umas gotas de água sobre
as plantas. Não era uma rega: era uma
espécie de aspersão ritual, para que o
jardim não morresse. E eu olhava para
as plantas, para o homem, para as gotas
de água que caíam de seus dedos
magros e meu coração ficava
completamente feliz.
Às vezes abro a janela e encontro o
jasmineiro em flor. Outras vezes
encontro nuvens espessas. Avisto
crinças que vão para a escola. Pardais
que pulam pelo muro. Gatos que abrem
e fecham os olhos, sonhando com
pardais. Borboletas brancas, duas a
duas, como refelectidas no espelho do ar.
Marimbondos que sempre me parecem
personagens de Lope de Vega. Às
vezes um galo canta. Às vezes um
avião passa. Tudo está certo, no seu
lugar, cumprindo o seu destino. E eu me
sinto completamente feliz.
Mas, quando falo dessas pequenas
felicidades certas, que estão diante de
cada janela, uns dizem que essas coisas
não existem, outros que só existem
diante das minhas janelas, e outros,
finalmente, que é preciso aprender a
olhar, para poder vê-las assim.
Houve um tempo em que minha janela
se abria sobre uma cidade que parecia
ser feita de giz. Perto da janela havia um
pequeno jardim quase seco.
Era uma época de estiagem, de terra
esfarelada, e o jardim parecia morto.
Mas todas as manhãs vinha um pobre
com um balde e, em silêncio, ia atirando
com a mão umas gotas de água sobre
as plantas. Não era uma rega: era uma
espécie de aspersão ritual, para que o
jardim não morresse. E eu olhava para
as plantas, para o homem, para as gotas
de água que caíam de seus dedos
magros e meu coração ficava
completamente feliz.
Às vezes abro a janela e encontro o
jasmineiro em flor. Outras vezes
encontro nuvens espessas. Avisto
crinças que vão para a escola. Pardais
que pulam pelo muro. Gatos que abrem
e fecham os olhos, sonhando com
pardais. Borboletas brancas, duas a
duas, como refelectidas no espelho do ar.
Marimbondos que sempre me parecem
personagens de Lope de Vega. Às
vezes um galo canta. Às vezes um
avião passa. Tudo está certo, no seu
lugar, cumprindo o seu destino. E eu me
sinto completamente feliz.
Mas, quando falo dessas pequenas
felicidades certas, que estão diante de
cada janela, uns dizem que essas coisas
não existem, outros que só existem
diante das minhas janelas, e outros,
finalmente, que é preciso aprender a
olhar, para poder vê-las assim.
Vai lá...
Atualizei o Na Cozinha da Gi.
Como minha filha vai fazer um curso de bolo de casamento aguardem deliciosas novidades.
Ah, o curso de bem casados ela já fez e a receita maravilhosa da Flávia Millás Miranda, que é um expert em doces de casamento, já está lá.
Como minha filha vai fazer um curso de bolo de casamento aguardem deliciosas novidades.
Ah, o curso de bem casados ela já fez e a receita maravilhosa da Flávia Millás Miranda, que é um expert em doces de casamento, já está lá.
Quinta-feira, Janeiro 17, 2008
Dialogo Insano
Dentre as coisas divertidas que ouvi na viagem um diálogo que tive com o vendedor de ostras ficará pra sempre na minha memória.
Eu estava em Jeri e quando comecei a comer as ostras é que pensei que se não estivessem boas eu estava danada.
Ai eu perguntei a ele: "Quando vocês ficam doentes aqui como fazem? Não tem hospital né?"
-"Não tem não senhora, só em Jijoca, mas tem posto de saúde"
- "E o posto funciona 24 hs?"
- "Não né, funciona das 8 as 11 e das 14 as 16".
Ele ia falando e abrindo as ostras.
- Mas e se vocês precisarem de atendimento fora desse horário?
- Tem a farmácia e a gente conhece remédio caseiro.
- Ah é? Se o senhor tiver uma intoxicação por exemplo, o que o senhor toma?
- Ostra!
- Como assim? Se o senhor tiver uma intoxicação alimentar o senhor vai comer ostra pra melhorar?
- É!
- E se a intoxicação for por ter comido ostra estragada?
- Oh dona, aqui num tem isso não! As ostras são tudo fresquinha que a gente pega logo ali...(e apontou)... e se um dia alguém ficar ruim porque comeu ostra...(suspiro) pode contar que é ostra estrangeira!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Eu estava em Jeri e quando comecei a comer as ostras é que pensei que se não estivessem boas eu estava danada.
Ai eu perguntei a ele: "Quando vocês ficam doentes aqui como fazem? Não tem hospital né?"
-"Não tem não senhora, só em Jijoca, mas tem posto de saúde"
- "E o posto funciona 24 hs?"
- "Não né, funciona das 8 as 11 e das 14 as 16".
Ele ia falando e abrindo as ostras.
- Mas e se vocês precisarem de atendimento fora desse horário?
- Tem a farmácia e a gente conhece remédio caseiro.
- Ah é? Se o senhor tiver uma intoxicação por exemplo, o que o senhor toma?
- Ostra!
- Como assim? Se o senhor tiver uma intoxicação alimentar o senhor vai comer ostra pra melhorar?
- É!
- E se a intoxicação for por ter comido ostra estragada?
- Oh dona, aqui num tem isso não! As ostras são tudo fresquinha que a gente pega logo ali...(e apontou)... e se um dia alguém ficar ruim porque comeu ostra...(suspiro) pode contar que é ostra estrangeira!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Quarta-feira, Janeiro 16, 2008
Let´s go girls
Meu carro só fica pronto dia 06/02, o que, convenhamos, é um pé no saco!
Até terça-feira da semana que vem eu tenho direito ao "carro extra" que a Itaú Seguros oferece aos associados.
Portanto carnaval será em casa mesmo.
Como eu de-tes-to carnaval, no problem.
Fiz minha inscrição para a pós graduação dando sequência ao capítulo: de agora em diante eu invisto em mim.
O telhado ainda não foi refeito, a lona continua linda, leve e muitas vezes solta.
O banco também acha que não tem necessidade de correr com a resposta ao meu pedido de empréstimo.
Mas, como eu escrevi abaixo, estou no modo zen. Zen juizo, zen vontade de me preocupar com nada.
Zen dinheiro mas pra comer tem então...
Até terça-feira da semana que vem eu tenho direito ao "carro extra" que a Itaú Seguros oferece aos associados.
Portanto carnaval será em casa mesmo.
Como eu de-tes-to carnaval, no problem.
Fiz minha inscrição para a pós graduação dando sequência ao capítulo: de agora em diante eu invisto em mim.
O telhado ainda não foi refeito, a lona continua linda, leve e muitas vezes solta.
O banco também acha que não tem necessidade de correr com a resposta ao meu pedido de empréstimo.
Mas, como eu escrevi abaixo, estou no modo zen. Zen juizo, zen vontade de me preocupar com nada.
Zen dinheiro mas pra comer tem então...
Segunda-feira, Janeiro 14, 2008
Considerações finais
Valeu a pena!
Por tudo mas principalmente por ter ido sozinha e me sentir bem, feliz.
Li um artigo da Danuza Leão sobre viajar sozinha e ela termina dizendo que a grande vantagem é você não precisar esperar sua amiga decidir se vai comprar a bota ou a rasteirinha ou se ela quer ir a praia ou visitar um museu.
Mas a grande vantagem mesmo é que você é obrigado a se permitir, a rir de si mesmo, a ser uma boa companhia pra si.
Eu me pegava rindo sozinha pelas coisas que pensava.
Em Jeri eu me divertia ouvindo a conversa dos outros e...Senhor! Quanta informação você pode tirar sem nem perguntar. As pessoas contam alto e em bom som detalhes da própria vida que numa situação normal não contariam.
Eu ficava nas cadeiras da pousada Mosquito Blue ou seja, só tinha gente phena por lá e era hilário.
Numa das vezes tinha um casal num grupo grande de pessoas e a mulher comentava sobre a coleção de revista Playboy que o marido tinha desde os 16 anos. Ele devia estar com quase 40 e ai ele contava que a coleção era desde o número 1 porque ele herdou do pai dele.
Num outro grupo, só de mulheres, uma delas contava que a mãe era extremamente racista.
Ai a gente ouve essas coisas e olha pras pessoas e analiza a maneira como elas andam, falam, bebem. É muito legal!
Comi tudo o que tive vontade, dormi a hora que quis, conversei com quem quis e descobri que viajar sozinha pode ser uma delícia.
Não é a única maneira que eu quero viajar mas é mais uma que com certeza vou repetir!
Por tudo mas principalmente por ter ido sozinha e me sentir bem, feliz.
Li um artigo da Danuza Leão sobre viajar sozinha e ela termina dizendo que a grande vantagem é você não precisar esperar sua amiga decidir se vai comprar a bota ou a rasteirinha ou se ela quer ir a praia ou visitar um museu.
Mas a grande vantagem mesmo é que você é obrigado a se permitir, a rir de si mesmo, a ser uma boa companhia pra si.
Eu me pegava rindo sozinha pelas coisas que pensava.
Em Jeri eu me divertia ouvindo a conversa dos outros e...Senhor! Quanta informação você pode tirar sem nem perguntar. As pessoas contam alto e em bom som detalhes da própria vida que numa situação normal não contariam.
Eu ficava nas cadeiras da pousada Mosquito Blue ou seja, só tinha gente phena por lá e era hilário.
Numa das vezes tinha um casal num grupo grande de pessoas e a mulher comentava sobre a coleção de revista Playboy que o marido tinha desde os 16 anos. Ele devia estar com quase 40 e ai ele contava que a coleção era desde o número 1 porque ele herdou do pai dele.
Num outro grupo, só de mulheres, uma delas contava que a mãe era extremamente racista.
Ai a gente ouve essas coisas e olha pras pessoas e analiza a maneira como elas andam, falam, bebem. É muito legal!
Comi tudo o que tive vontade, dormi a hora que quis, conversei com quem quis e descobri que viajar sozinha pode ser uma delícia.
Não é a única maneira que eu quero viajar mas é mais uma que com certeza vou repetir!
A viagem - última parte


No dia 06, domingo, acordei num "bode federal".
Na noite anterior eu tinha ido a feira de artesanato onde rola um forró legal aos sábados e me diverti vendo uns casais bem típicos dançando.
Gente de mais idade, simples e que dança forró de verdade, nada daquele negócio de forró paulista.
Fiquei lá até umas 11 da noite e fui dormir.
Dormi mal e acordei no avesso.
O Emilton, gerente do hotel, estava de folga e quem estava no lugar dele era um dos sócio-proprietários, um suiço muito grosso e desagradável.
Eu tinha ligado pra Lu no dia que cheguei a Natal e disse que ela podia me ligar quando pudesse me encontrar, como ela não ligou eu deduzo que a coisa estava complicada pra ela.
Ai então resolvi ir visitar a cidade, ou o que eu achava que pudesse ser interessante.
Optei pelo Farol, o forte dos Reis Magos e depois eu ia vendo o que ia rolar.
Perguntei pro suiço grosso se dava pra ir de onibus pro Forte e o cretino me disse que eu ia tomar o 56 e descer na Praia dos Artistas antes que o onibus começasse a subir(???) e depois eu ia andando até o Forte.
A única coisa que ele não disse é que de onde a gente desce até o Forte são 8 km debaixo de sol escaldante.
Os onibus urbanos de Natal correm feito loucos e eu ia agarrada ao banco tão forte que uma moça sentada ao meu lado comentou que eu não era de lá. E ainda disse que aquele não estava correndo.
A praia dos Artistas estava cheia, no lado da calçada muitos bares e lojas de artesanato mas tudo muito simples em comparação a Fortaleza.
Ai eu descobri que a pé eu ia chegar morta então tomei um táxi e a verdadeira aventura começou ai.
O motorista do táxi era um velho que deve ter tido cancer de garganta e a voz dele só saia quando ele apertava o pescoço. E eu não entendia o que ele falava e ele não sabia o caminho pro ponto turistico mais importante da cidade.
Não sabia e foi se perdendo e se perdendo e eu fui ficando cada vez mais irritada.
Depois de muita volta quando, finalmente chegamos ao forte, ele não tinha troco. Ai eu não fui muito delicada. Falei que eu já estava pagando pela incompetência dele em não saber o caminho, que eu ia pagar o que o taximetro estava marcando e o minimo que ele podia fazer era ter troco.
Demorou e ele já ia deixar a corrida de graça quando uma senhora arrumou troco pra ele.´
Pra chegar ao forte a gente anda num pontão uns bons 500m/700m e tinha uma placa: "Ingressos no 2º quiosque".
Ok, fui olhando procurando o segundo quiosque e qual não foi a minha surpresa ao chegar a entrada do forte sem ingresso, não achar o tal quiosque e ser informada que eu deveria voltar tudo pra trás pra comprar o ingresso num negócio que estava mais pra carrinho de sorvete que quiosque.
Olhei bem em volta, tirei umas fotos do lado de fora mesmo e fui embora.
Agora o mais incrível: lá no forte não tem ponto de táxi, não tem onibus, não tem nada.
Se você não foi de carro ou de excursão imaginam que você deva sair de lá andando ou talvez levitando.
Meu humor já estava no pé quando um guardador de carros muito gentil disse que telefonaria pro taxi.
Quando ele chegou eu disse que precisava de um caixa eletronico porque esse é outro grande problema na cidade: se vc não tem conta no Banco do Brasil tem que procurar caixa.
Na Ponta Negra só vi caixa do Itaú, HSBC e Bradesco além do BB e eu queria do Unibanco.
O taxista deu a volta no mundo mas me levou a um caixa e depois eu resolvi voltar pro hotel e lógico ele se perdeu e a brincadeira me custou quase R$ 50,00. Fiquei louca da vida.
Eram 2 da tarde e eu estava tão cansada que passei num mercadinho (padaria como a gente conhece aqui em SP eu juro que não vi), comprei umas coisas pra comer e voltei pro hotel onde tomei um banho e dormi!!!
As 5 da tarde eu fui pra praia beber uma água de coco e comer alguma coisa.
Lá em Fortaleza, Canoa, Jeri e mesmo Pirangi vc tem as "barracas" com guarda-sol e cadeira e vc tem o direito de usar porque consome.
Na Ponta Negra além de consumir a maioria das barracas cobram a cadeira e o guarda-sol. Só falta cobrarem a areia que a gente pisa pra entrar no mar.
Fui tomar um sorvete e caminhei até o morro do Careca e depois voltei pro hotel.
Era cedo mas eu preferi arrumar a mala a ficar na rua.
No dia seguinte eu fui a praia logo cedo, nadei muito, conheci a outra viajante solitária, voltei pro hotel tomei banho e fui pro aeroporto.
Era super cedo mas foi bom porque tinha muita fila pro check-in.
Eu preciso voltar a Natal porque sinceramente eu fiquei com a impressão de ser um lugar muito bonito mas com uma infra-estrutura péssima pra receber turistas.
As pessoas de um mode geral são gentis mas não sabem sequer dar uma informação.
A cidade é dificil de ser visitada porque é tudo muito longe, muito espalhado e sem indicação de como chegar.
Dormi feito um anjo no avião e cheguei pros braços dos meus filhotes e do meu Jack cansada mas feliz.
Todas as fotos da viagem podem ser vistas aqui!
Domingo, Janeiro 13, 2008
A gente evolui
É incrível o que umas férias podem fazer bem a gente.
Minha filha me liga no celular pra contar que "bateram no meu carro" e ele (o carro) foi jogado pra cima de outro ou seja, além de amassar o meu outro também foi amassado.
Ela ligou chorando, desesperada, mas assim que eu descobri que ninguém estava ferido tratei de acalmá-la, afinal, a gente paga seguro pra isso.
Fosse há uns tempos atrás eu ia estar descabelada porque eu acabei de ter um problema de telhado na chacará e...digamos...minha situação financeira está longe de ser tranquila.
Mas, o que adianta eu me desesperar?
Não estou numa fila no aeroporto tentando voltar pra casa então acho que a frase que a Marta Suplicy usou pode perfeitamente ser aplicada aqui.
O negócio é relaxar e... esperar!
Minha filha me liga no celular pra contar que "bateram no meu carro" e ele (o carro) foi jogado pra cima de outro ou seja, além de amassar o meu outro também foi amassado.
Ela ligou chorando, desesperada, mas assim que eu descobri que ninguém estava ferido tratei de acalmá-la, afinal, a gente paga seguro pra isso.
Fosse há uns tempos atrás eu ia estar descabelada porque eu acabei de ter um problema de telhado na chacará e...digamos...minha situação financeira está longe de ser tranquila.
Mas, o que adianta eu me desesperar?
Não estou numa fila no aeroporto tentando voltar pra casa então acho que a frase que a Marta Suplicy usou pode perfeitamente ser aplicada aqui.
O negócio é relaxar e... esperar!
Sensacional
Como os leitores do bloggi são cultos eu tive a explicação do "G. Dix-sept Rosado".
Ai está:
Eliane disse...
Vingt-Un Rosado é o filho mais novo de Jerônimo, um farmacêutico que a partir da sexta criança parece que ficou com preguiça de batizar a numerosa prole e passou a enumerar os descendentes, primeiro em português, depois em francês.
“Quando seu Rosado começou a fazer gente tascou esses nomes”, conta o caçula, 21 em francês.
Com os mais jovens, o pai nem variava mais o primeiro nome. A partir do 15.º, todos os homens foram chamados de Jerônimo seguido do número correspondente, até Vingt-Un. Cinco mulheres, antes de seu ordinal, receberam o nome da mãe, Isaura. Um dos homens, o nono, também foi chamado Isauro. A família teve ainda um Tércio, uma Maria, uma Vicência, Laurentinos – três ao todo, só um deles numerado – e uma Laurentina.
O nome nunca incomodou os Rosados. “Na escola, a brincadeira era só na primeira semana”, conta Vingt-Un. “Depois os colegas se acostumavam.”
Graças a Jerônimo e ao sucesso político de sua prole o Rio Grande do Norte tem um município hoje com o curioso nome de Dix-Sept Rosado, batizado em homenagem ao 17, que foi prefeito de Mossoró em 1948 e governador do Estado em 1950.
Os nomes ordinais foram passados às novas gerações e já circulam por Mossoró Dix-Sept, Vingt e Vingt-Un Neto.
Gisele
Formam uma família influente no RN, especialmente em Mossoró.
Abçs
Eliane
13 Janeiro, 2008
Gisa disse...
Eliane, muito obrigada pela aula! Adorei!
Imagino que deva ser dificil toda vida a pessoa carregar um nome como esse.
Se meus filhos já tem que soletrar o sobrenome pra todo mundo imagine esses ai!
Ai está:
Eliane disse...
Vingt-Un Rosado é o filho mais novo de Jerônimo, um farmacêutico que a partir da sexta criança parece que ficou com preguiça de batizar a numerosa prole e passou a enumerar os descendentes, primeiro em português, depois em francês.
“Quando seu Rosado começou a fazer gente tascou esses nomes”, conta o caçula, 21 em francês.
Com os mais jovens, o pai nem variava mais o primeiro nome. A partir do 15.º, todos os homens foram chamados de Jerônimo seguido do número correspondente, até Vingt-Un. Cinco mulheres, antes de seu ordinal, receberam o nome da mãe, Isaura. Um dos homens, o nono, também foi chamado Isauro. A família teve ainda um Tércio, uma Maria, uma Vicência, Laurentinos – três ao todo, só um deles numerado – e uma Laurentina.
O nome nunca incomodou os Rosados. “Na escola, a brincadeira era só na primeira semana”, conta Vingt-Un. “Depois os colegas se acostumavam.”
Graças a Jerônimo e ao sucesso político de sua prole o Rio Grande do Norte tem um município hoje com o curioso nome de Dix-Sept Rosado, batizado em homenagem ao 17, que foi prefeito de Mossoró em 1948 e governador do Estado em 1950.
Os nomes ordinais foram passados às novas gerações e já circulam por Mossoró Dix-Sept, Vingt e Vingt-Un Neto.
Gisele
Formam uma família influente no RN, especialmente em Mossoró.
Abçs
Eliane
13 Janeiro, 2008
Gisa disse...
Eliane, muito obrigada pela aula! Adorei!
Imagino que deva ser dificil toda vida a pessoa carregar um nome como esse.
Se meus filhos já tem que soletrar o sobrenome pra todo mundo imagine esses ai!
A viagem - parte 5
Dia 4/01 eu com dor no coração saí de Canoa Quebrada com destino a Aracati pra tomar o onibus pra Natal.
Como o carro da pousada estava fora um vizinho me deu carona. Mais um holandes que seduzido pelas belezas cearenses largou tudo e ficou por aqui.
O que tem de dono de pousada europeu casado com brasileira é brincadeira.
De Canoa pra Aracati o transporte é van. Sai uma a cada 20 minutos.
A van me deixou direto na rodoviária e como ainda era cedo eu fui almoçar e ficar perambulando por ali.


Por favor se algum leitor do bloggi souber onde fica G. Dix Sept Rosado me conte porque eu achei esse nome sensacional. Dix-sept em frances é dezessete e me parece incrível um local se chamar 17.
Bem, embarquei pra Natal e tinha uma velhinha sentada no meu lugar. Eu não me incomodava de ir na poltrona dela mas ela quis trocar e a mulher era espaçosa.
Ficava o tempo todo com o braço em cima do meu, me empurrava pro lado, um saco.
A viagem foi super cansativa porque como o onibus tinha vindo de Fortaleza a parada dele havia sido em Aracati ou seja, 6 horas non-stop.
Tinha banheiro a bordo mas com o onibus cheio eu nem fui louca de experimentar.
Cheguei em Natal quebrada mas a entrada da cidade com uma árvore de natal enorme e uns reis magos gigantes feitos de luzinhas estava muito bonito.
Tomei um táxi e começou algo que descobri ser normal por lá: o taxista não tinha noção de onde ficava o hotel. E olha que era num lugar super conhecido mas ele rodou, rodou até que parou e foi pedir informação. Nós tinhamos praticamente passado na porta e era do outro lado.
O hotel é simples, o quarto limpinho sem nada de mais a não ser o gerente que é um doce de pessoa.
Ele me indicou um lugar pra comer na avenida da praia.
Eu fiquei hospedada na Ponta Negra que francamente quase não é mais Natal.
Eram 9 horas da noite e lá fui eu, a pé, andar uns 2 km pela av. da praia. Detalhe: não tinha viva alma.
Foi me dando panico porque ali eu podia ser assaltada e gritar a vontade que ninguém ia ouvir porque até a metade da praia não tem avenida. Tem prédios, o calçadão e a praia.
Não tem bar, nem restaurante, nada.
Tem os hotéis mas são os fundos dos hotéis então eram desertos.
Ai a gente chega no ponto onde começa a avenida e o mundo todo está ali.
Fui comer num lugar chamado Barraca do Caranguejo (recomendo) e provei o rodizio de camarão.
São 14 formas diferentes de se preparar camarão mas eu só consegui comer 7.
Lá eu vi numa bandeja a maior lagosta da minha vida.
Aquilo mais parecia uma escultura.

Jantei, fiquei um tempão andando por ali e voltei.
De novo aquele deserto apavorante. De vez em quando um casal de namorados num canto e olhe lá.
Cheguei no hotel tremendo de medo e fui dormir.
No dia seguinte, logo depois do café da manhã (fraco) eu soube pelo gerente como chegar no "maior cajueiro do mundo", que fica em Pirangi, ao lado de Natal.
De onibus é super barato e fácil ir até lá e é muito bonito também.
O cajueiro é realmente enorme. Quase 10 mil metros quadrados de copa. Patrick ficava repetindo que eu devia estar enganada mas é isso mesmo.
Visitei tudo e fui pra praia.
A praia em Pirangi é limpíssima e muito bonita.
Me instalei numa barraca com minha água de coco e curti muito.
Na minha frente um grupo de jovens comia caranguejo com tanto gosto que eu resolvi provar. Quando eles viram que eu nunca havia comido me puxaram pra mesa deles e dai foi uma festa.
Eles me adotaram.
Dois rapazes são de Natal mas moram em Brasília, o outro rapaz e as 3 garotas eram de Brasilia mesmo.
Depois na mesa ao lado da deles chegou uma familia enorme de Goiania e foi todo mundo ficando junto, comendo, cantando, rindo.
A noite ia ter o show dos "Aviões do Forró" no estádio de Natal e eles queriam porque queriam que eu fosse com eles.
Eu recusei o convite porque sinceramente era me impor de mais.
Foi um dia inesquecível.
Como o carro da pousada estava fora um vizinho me deu carona. Mais um holandes que seduzido pelas belezas cearenses largou tudo e ficou por aqui.
O que tem de dono de pousada europeu casado com brasileira é brincadeira.
De Canoa pra Aracati o transporte é van. Sai uma a cada 20 minutos.
A van me deixou direto na rodoviária e como ainda era cedo eu fui almoçar e ficar perambulando por ali.


Por favor se algum leitor do bloggi souber onde fica G. Dix Sept Rosado me conte porque eu achei esse nome sensacional. Dix-sept em frances é dezessete e me parece incrível um local se chamar 17.
Bem, embarquei pra Natal e tinha uma velhinha sentada no meu lugar. Eu não me incomodava de ir na poltrona dela mas ela quis trocar e a mulher era espaçosa.
Ficava o tempo todo com o braço em cima do meu, me empurrava pro lado, um saco.
A viagem foi super cansativa porque como o onibus tinha vindo de Fortaleza a parada dele havia sido em Aracati ou seja, 6 horas non-stop.
Tinha banheiro a bordo mas com o onibus cheio eu nem fui louca de experimentar.
Cheguei em Natal quebrada mas a entrada da cidade com uma árvore de natal enorme e uns reis magos gigantes feitos de luzinhas estava muito bonito.
Tomei um táxi e começou algo que descobri ser normal por lá: o taxista não tinha noção de onde ficava o hotel. E olha que era num lugar super conhecido mas ele rodou, rodou até que parou e foi pedir informação. Nós tinhamos praticamente passado na porta e era do outro lado.
O hotel é simples, o quarto limpinho sem nada de mais a não ser o gerente que é um doce de pessoa.
Ele me indicou um lugar pra comer na avenida da praia.
Eu fiquei hospedada na Ponta Negra que francamente quase não é mais Natal.
Eram 9 horas da noite e lá fui eu, a pé, andar uns 2 km pela av. da praia. Detalhe: não tinha viva alma.
Foi me dando panico porque ali eu podia ser assaltada e gritar a vontade que ninguém ia ouvir porque até a metade da praia não tem avenida. Tem prédios, o calçadão e a praia.
Não tem bar, nem restaurante, nada.
Tem os hotéis mas são os fundos dos hotéis então eram desertos.
Ai a gente chega no ponto onde começa a avenida e o mundo todo está ali.
Fui comer num lugar chamado Barraca do Caranguejo (recomendo) e provei o rodizio de camarão.
São 14 formas diferentes de se preparar camarão mas eu só consegui comer 7.
Lá eu vi numa bandeja a maior lagosta da minha vida.
Aquilo mais parecia uma escultura.

Jantei, fiquei um tempão andando por ali e voltei.
De novo aquele deserto apavorante. De vez em quando um casal de namorados num canto e olhe lá.
Cheguei no hotel tremendo de medo e fui dormir.
No dia seguinte, logo depois do café da manhã (fraco) eu soube pelo gerente como chegar no "maior cajueiro do mundo", que fica em Pirangi, ao lado de Natal.
De onibus é super barato e fácil ir até lá e é muito bonito também.
O cajueiro é realmente enorme. Quase 10 mil metros quadrados de copa. Patrick ficava repetindo que eu devia estar enganada mas é isso mesmo.
Visitei tudo e fui pra praia.
A praia em Pirangi é limpíssima e muito bonita.
Me instalei numa barraca com minha água de coco e curti muito.
Na minha frente um grupo de jovens comia caranguejo com tanto gosto que eu resolvi provar. Quando eles viram que eu nunca havia comido me puxaram pra mesa deles e dai foi uma festa.
Eles me adotaram.
Dois rapazes são de Natal mas moram em Brasília, o outro rapaz e as 3 garotas eram de Brasilia mesmo.
Depois na mesa ao lado da deles chegou uma familia enorme de Goiania e foi todo mundo ficando junto, comendo, cantando, rindo.
A noite ia ter o show dos "Aviões do Forró" no estádio de Natal e eles queriam porque queriam que eu fosse com eles.
Eu recusei o convite porque sinceramente era me impor de mais.
Foi um dia inesquecível.
Sábado, Janeiro 12, 2008
101 coisas em 1001...ajustes na lista
101 coisas em 1001 dias
Inicio: 31/10/2006
Termino : 28/07/2009
1 - Fazer a PCI (feita)
2 - Fazer clareamento nos dentes
3 - Fazer plástica nos seios e coxas
4 - Emagrecer os 15 quilos restantes
5 - Fazer drenagem linfática
6 - Entrar para academia
7 - Comprar o titulo individual da ACM
8 - Fazer um curso de italiano
9 - Voltar a fazer bijuterias (já voltei, pelo menos pra uso próprio)
10 - Renovar meu passaporte francês
11 - Viajar para Fortaleza (eu fui!!!!!!!!!!!!)
12 - Viajar para Natal (eu fui!!!!!!!!!!!!!!!!!!)
13 - Viajar pra João Pessoa e visitar a Gorete (vou em janeiro de 2009)
14 - Viajar para Nova York
15 - Trocar de carro
16 - Comprar ou ganhar uma corrente de ouro com um pingente pra substituir a que perdi (achei a minha !uebaaaaaaaaaa!!!!)
17 - Fazer curso de culinária no Senac
18 - Poupar R$ 5.000,00 nem que seja em moedas (agora são 4.800,00)
19 - Fazer dança de salão
20 - Tirar nova carteira de identidade
21 - Ir ao Rio de Janeiro (a Ana não mora mais em Cabo Frio então vou só ao Rio)
22 - Aumentar o tempo de caminhada mesmo que tenha que levantar mais cedo por pelo menos 3 meses.
23 - Comprar um biquini
24 - Usar o biquini na praia ou na piscina
25 - Tirar carteira de moto
26 - Dar todas as roupas que não uso ou não quero mais usar (feito)
27 - Ir ao teatro com o Grupo da Escultura turismo pelo menos uma vez a cada 6 meses
28 - Comprar um Ipod
29 - Me dedicar mais ao meu objetivo de vida
30 - Escrever uma carta/email de reclamação de um produto ou serviço que eu não tenha gostado para uma empresa (feito)
31 - Aprender a desenvolver meu site/blog (Já comecei hoje mesmo: consegui colocar os links ai ao lado. Aos poucos coloco todos)32 - Terminar de escrever o livro
33 - Fotografar todos os dias durante um mes
34 - Ter coragem de fazer a minha foto "antes" pra poder depois de emagrecer os 20 quilos que faltam poder fazer a "depois"
35 - Conhecer Florianópolis
36 - Tomar chá verde todos os dias por 3 meses (To tomando)
37 - Telefonar para Madalena e Tereza pelo menos uma vez por mes
38 - Não faltar na terapia (tive que dar alta pra terapeuta pra poder fazer a pós graduação)
39 - Não faltar nas reuniões da Meta até o final do ano (já falhei nessa, tive que parar as reuniões por conta dos horarios)
40 - Controlar TODOS os meus gastos numa planilha a partir do início deste projeto
41 - Não comer doces de segunda a quinta (tá dificil)
42 - Não comer carboidratos a partir das 19 horas por um mes (ta dificil)
43 - Fazer um curso de pintura em tela, desenho e aquarela
44 - Comprar um aparelho de som decente aqui pra casa (feito)45 - Ler pelo menos um livro por mes (feito)
46 - Fazer um doce diet por semana
47 - Cortar o cabelo curtinho outra vez (feito)48 - Voltar a nadar pelo menos 2 vezes por semana
49 - Visitar a Tia Alicinha 1 vez a cada 2 meses (tenho feito até em menos tempo)
50 - Telefonar pra dia Alicinha uma vez por semana (tenho feito)
51 - Telefonar pra Lica uma vez por semana (tenho cumprido)
52 - Telefonar pro Lu uma vez por semana
53 - Encontrar o Lu uma vez por ano (tenho cumprido)
54 - Tomar aquela "coca - light" com o Pedro (temos tomado várias...rs)
55 - Ir encontrar a Fal (Fui !!!!)
56 - Visitar a Gená em BH.
57 - Sair de casa com, no mínimo, batom ou brilho, rímel e brincos.
58 - Comprar uma cama box
59 - Comprar jogos de cama lindos e confortáveis
60 - Voltar a Paris
61 - Viajar para o Egito
62 - Viajar para a Grécia
63 - Comprar uma moto Biz
64 - Viajar para um hotel na praia com o Jack
65 - Conhecer Campos do Jordão
66 - Passar uma semana na praia (eu fui !!!!!!!!!!!!!)
67 - Passar hidratante no rosto e no corpo todos os dias. (tenho cumprido)
68 - Comprar um perfume novo por semestre (tenho cumprido)
69 - Trocar os móveis da sala
70 - Assistir pelo menos um show ao vivo por ano
71 - Fazer a sonhada viagem de onibus de Fortaleza a São Paulo pela costa parando em todas as capitais.
72 - Escrever um guia de viagens ou um livro onde conte minhas impressões. (Já comecei)
73 - Limpar a gaveta de papéis pelo menos uma vez por mes
74 - Viajar sozinha num feriado prolongado
75 - Pagar TODAS as minhas dividas
76 - Economizar energia elétrica (yes, to conseguindo)
77 - Comer pelo menos 3 frutas por dia por 1 mes (feito)78 - Comer peixe pelo menos uma vez por semana
79 - Estar atenta a minha Meta todos os dias (tá dificil)
80 - Reconhecer que fiz algo de bom uma vez por dia
81 - Comprar uma presente pra mim mesma uma vez por mes
82 - Ir a missa pelo menos na Páscoa e no Natal
83 - Lavar o carro uma vez a cada 15 dias
84 - Organizar minha agenda de telefones/emails
85 - Fazer novos amigos (acho que esse foi meu maior feito nesse ano)
86 - Usar uma roupa toda branca e me sentir feliz com isso ( Eu consegui e já usei mais de uma vez, essa foi uma conquista)
87 - Assistir um filme novo por mes (pode ser em DVD)(To cumprindo)
88 - Aprender a patinar
89 - Fazer aulas de Pilates
90 - Jogar lingerie velha no lixo pelo menos a cada 6 meses (tenho cumprido)
91 - Frequentar a biblioteca municipal pelo menos uma vez por mes
92 - Visitar a Mi em San Diego
93 - Comprar o meu apartamento
94 - Investir numa nova profissão (não é nova mas lá vou eu pra mais uma pós)
95 - Ficar bronzeada pelo menos durante UM verão (consegui)
96 - Mandar cartóes de natal mesmo que seja por email
97 - Comprar presente de aniversário para meus familiares todo ano (to cumprindo)
98 - Permanecer magra
99 - Ir ao casamento da PC
100 - Fazer um curso de mergulho
101 - Fazer outra lista ao final des
Inicio: 31/10/2006
Termino : 28/07/2009
1 - Fazer a PCI (feita)
2 - Fazer clareamento nos dentes
3 - Fazer plástica nos seios e coxas
4 - Emagrecer os 15 quilos restantes
5 - Fazer drenagem linfática
6 - Entrar para academia
7 - Comprar o titulo individual da ACM
8 - Fazer um curso de italiano
9 - Voltar a fazer bijuterias (já voltei, pelo menos pra uso próprio)
10 - Renovar meu passaporte francês
11 - Viajar para Fortaleza (eu fui!!!!!!!!!!!!)
12 - Viajar para Natal (eu fui!!!!!!!!!!!!!!!!!!)
13 - Viajar pra João Pessoa e visitar a Gorete (vou em janeiro de 2009)
14 - Viajar para Nova York
15 - Trocar de carro
16 - Comprar ou ganhar uma corrente de ouro com um pingente pra substituir a que perdi (achei a minha !uebaaaaaaaaaa!!!!)
17 - Fazer curso de culinária no Senac
18 - Poupar R$ 5.000,00 nem que seja em moedas (agora são 4.800,00)
19 - Fazer dança de salão
20 - Tirar nova carteira de identidade
21 - Ir ao Rio de Janeiro (a Ana não mora mais em Cabo Frio então vou só ao Rio)
22 - Aumentar o tempo de caminhada mesmo que tenha que levantar mais cedo por pelo menos 3 meses.
23 - Comprar um biquini
24 - Usar o biquini na praia ou na piscina
25 - Tirar carteira de moto
26 - Dar todas as roupas que não uso ou não quero mais usar (feito)
27 - Ir ao teatro com o Grupo da Escultura turismo pelo menos uma vez a cada 6 meses
28 - Comprar um Ipod
29 - Me dedicar mais ao meu objetivo de vida
30 - Escrever uma carta/email de reclamação de um produto ou serviço que eu não tenha gostado para uma empresa (feito)
31 - Aprender a desenvolver meu site/blog (Já comecei hoje mesmo: consegui colocar os links ai ao lado. Aos poucos coloco todos)32 - Terminar de escrever o livro
33 - Fotografar todos os dias durante um mes
34 - Ter coragem de fazer a minha foto "antes" pra poder depois de emagrecer os 20 quilos que faltam poder fazer a "depois"
35 - Conhecer Florianópolis
36 - Tomar chá verde todos os dias por 3 meses (To tomando)
37 - Telefonar para Madalena e Tereza pelo menos uma vez por mes
38 - Não faltar na terapia (tive que dar alta pra terapeuta pra poder fazer a pós graduação)
39 - Não faltar nas reuniões da Meta até o final do ano (já falhei nessa, tive que parar as reuniões por conta dos horarios)
40 - Controlar TODOS os meus gastos numa planilha a partir do início deste projeto
41 - Não comer doces de segunda a quinta (tá dificil)
42 - Não comer carboidratos a partir das 19 horas por um mes (ta dificil)
43 - Fazer um curso de pintura em tela, desenho e aquarela
44 - Comprar um aparelho de som decente aqui pra casa (feito)45 - Ler pelo menos um livro por mes (feito)
46 - Fazer um doce diet por semana
47 - Cortar o cabelo curtinho outra vez (feito)48 - Voltar a nadar pelo menos 2 vezes por semana
49 - Visitar a Tia Alicinha 1 vez a cada 2 meses (tenho feito até em menos tempo)
50 - Telefonar pra dia Alicinha uma vez por semana (tenho feito)
51 - Telefonar pra Lica uma vez por semana (tenho cumprido)
52 - Telefonar pro Lu uma vez por semana
53 - Encontrar o Lu uma vez por ano (tenho cumprido)
54 - Tomar aquela "coca - light" com o Pedro (temos tomado várias...rs)
55 - Ir encontrar a Fal (Fui !!!!)
56 - Visitar a Gená em BH.
57 - Sair de casa com, no mínimo, batom ou brilho, rímel e brincos.
58 - Comprar uma cama box
59 - Comprar jogos de cama lindos e confortáveis
60 - Voltar a Paris
61 - Viajar para o Egito
62 - Viajar para a Grécia
63 - Comprar uma moto Biz
64 - Viajar para um hotel na praia com o Jack
65 - Conhecer Campos do Jordão
66 - Passar uma semana na praia (eu fui !!!!!!!!!!!!!)
67 - Passar hidratante no rosto e no corpo todos os dias. (tenho cumprido)
68 - Comprar um perfume novo por semestre (tenho cumprido)
69 - Trocar os móveis da sala
70 - Assistir pelo menos um show ao vivo por ano
71 - Fazer a sonhada viagem de onibus de Fortaleza a São Paulo pela costa parando em todas as capitais.
72 - Escrever um guia de viagens ou um livro onde conte minhas impressões. (Já comecei)
73 - Limpar a gaveta de papéis pelo menos uma vez por mes
74 - Viajar sozinha num feriado prolongado
75 - Pagar TODAS as minhas dividas
76 - Economizar energia elétrica (yes, to conseguindo)
77 - Comer pelo menos 3 frutas por dia por 1 mes (feito)78 - Comer peixe pelo menos uma vez por semana
79 - Estar atenta a minha Meta todos os dias (tá dificil)
80 - Reconhecer que fiz algo de bom uma vez por dia
81 - Comprar uma presente pra mim mesma uma vez por mes
82 - Ir a missa pelo menos na Páscoa e no Natal
83 - Lavar o carro uma vez a cada 15 dias
84 - Organizar minha agenda de telefones/emails
85 - Fazer novos amigos (acho que esse foi meu maior feito nesse ano)
86 - Usar uma roupa toda branca e me sentir feliz com isso ( Eu consegui e já usei mais de uma vez, essa foi uma conquista)
87 - Assistir um filme novo por mes (pode ser em DVD)(To cumprindo)
88 - Aprender a patinar
89 - Fazer aulas de Pilates
90 - Jogar lingerie velha no lixo pelo menos a cada 6 meses (tenho cumprido)
91 - Frequentar a biblioteca municipal pelo menos uma vez por mes
92 - Visitar a Mi em San Diego
93 - Comprar o meu apartamento
94 - Investir numa nova profissão (não é nova mas lá vou eu pra mais uma pós)
95 - Ficar bronzeada pelo menos durante UM verão (consegui)
96 - Mandar cartóes de natal mesmo que seja por email
97 - Comprar presente de aniversário para meus familiares todo ano (to cumprindo)
98 - Permanecer magra
99 - Ir ao casamento da PC
100 - Fazer um curso de mergulho
101 - Fazer outra lista ao final des
A viagem - parte 4


Como eu já disse Canoa Quebrada me conquistou.
A pousada Califórnia é uma delicia. Não chega a ser chique mas é confortável e charmosa, os funcionários são super atenciosos, a comida é uma maravilha.
A janela do meu quarto se abria sobre aquele mar de um azul indescrítivel.
A cidade fica no alto da falésia e para descer à praia é necessário uma boa caminhada por uma escadaria de madeira.
Tudo lá é lindo: a praia, as falésias, o mar, a cidadezinha.
No dia que cheguei eu fui a praia e passeei a noite pela cidade. Um monte de lojinhas simpáticas de artesanato, um monte de hippies vendendo brincos e pulseiras.
O engraçado é que tanto em Jeri quanto em Canoa a maioria desses hippies são argentinos.
Um sorvete de cupuaçu delicioso num café charmoso com gente agradável.
No dia seguinte logo cedo praia.
Encotrei um rapaz de Belém que havia conhecido no onibus e ele me perguntou se eu topava completar um buggy para ir até a praia de Ponta Grossa com mais um casal e eu disse que sim.
Ficamos na barraca do Antonio Coco, onde tem armário pra se guardar as coisas e umas cadeiras boas quase dentro d´água.
A maré começou a subir, e a subir e subir e foi inundando tudo.
Era um tal do povo correndo atrás de havaianas, de copos e garrafas, de toalhas e cangas. O mar ia chegando e ia levando.
Subiu tanto que a mesa onde eu estava ficou literalmente dentro d´água.
Um vendedor de sorvete atolou o carrinho ali ao lado e se pos a conversar com o pessoal da mesa ao lado da minha. Lá pelas tantas eu perguntei se era normal a água subir tanto assim ou se era algo extraordinário e a resposta dele foi hilária:"Ah, só enche assim na maré cheia"!!!!!!!!!!! (hellooooooooo)
Quando foi 3 horas saimos para o passeio de buggy ainda com a maré muito alta. Fomos avisados que seria dificil passar num determinado pedaço.
São 6 praias até chegar a praia de Ponta Grossa e cada uma é mais bonita que a outra.
Vimos nascentes de água doce que saem do meio das falésias e lagoas de água salgada que se formam quando a maré baixa.
Vimos areia de cores incríveis: vermelhas, amarelas, roxas, pretas.
Passamos por Marjolândia, que nada mais é que um povoado, considerada a cidade do melhor carnaval do Ceará.
Tivemos que esperar quase uma hora pra maré baixar pra podermos chegar até nosso destino.
Na volta subimos uma duna de onde se avista Canoa Quebrada ao longe.
O sol já estava se pondo e a paisagem parecia um sonho.
A noite fui de novo pra Brodway (nome da avenida principal).
No dia seguinte fui à praia de manhã e depois do almoço lá fui eu de van pra Aracati tomar o onibus para Natal.
Uma coisa divertida que tem em por toda parte em Canoa e até no Mucuripe em Fortaleza é você poder comprar o peixe do pescador que está chegando e depois pagar R$ 5,00 pra uns caras que limpam e assam na brasa ali, na sua frente.
Em Canoa, além da praia, tem do lado da "rodoviária" um lugar chamado "Tudo Na Brasa, traga seu peixe, boi ou porco".
Achei muita graça.
Em Canoa como em Jeri hordas de italianos e holandeses.
Aracati é uma cidade grande, com um comércio ótimo e é meio que a capital da região.
É lá que estão os bancos, as lojas grandes, o centro histórico.
14:30 chegou o onibus pra Natal, cheio até.
6 horas de viagem.
(vista do meu quarto em Canoa)
Do canto da boca
Filho é bom!
Filho é tudo na vida da gente!
Mas tem hora que filho abusa... e mãe besta deixa!
Filho é tudo na vida da gente!
Mas tem hora que filho abusa... e mãe besta deixa!
Quinta-feira, Janeiro 10, 2008
A viagem - parte 3




O passeio até Tatajuba foi uma delícia.
Quilometros e quilometros de praia e a gente não cruzava uma viva alma.
Quando a gente via alguém era de outros buggys fazendo o mesmo passeio.
Sobe duna, desce duna, atravessamos o braço de rio de balsa e sobe duna, desce duna chegamos a lagoa.
Lá tem essas redes dentro d´água que são tudo na vida de um ser humano. Um calor do cão e vc deita lá e fica se refrescando.
Para o almoço vc pede o cardápio e o garçom traz uma bandeija cheia de peixes e outra com camarões e lagostas. Você escolhe o que quer e eles vão preparar na brasa.
Tudo é servido com salada, baião de dois e farinha.
Muito, muito bom.
Ficamos quase 3 horas por lá e depois fomos ver o criadouro natural de cavalos marinhos num braço de mar.
Vimos um caranguejos enormes e os cavalos marinhos. Muito lindo.
Voltamos pra Jeri e ainda deu tempo de dar um belo mergulho no mar.
A noite comi o melhor crepe da minha vida num lugar chamado "Naturalmente". Quem for a Jeri não pode deixar de experimentar.
Depois caminhada pela rua principal, papo com os locais e... forró!
Eu não ia ao forró mas era tão perto da pousada que parecia que eles estavam tocando ao lado da minha cama.
Se vc não pode ir contra junte-se a eles e foi o que eu fiz. Levantei da cama, pus uma roupa e fui ver a apresentação da banda "Beijo de Moça".
Foi muito divertido apesar de eu estar sozinha eu dancei muito.
Voltei pra pousada umas 4 da manhã mas a bagunça foi até as 6!
Depois era impossível dormir porque ficava passando gente conversando alto ao lado do meu quarto e até briga teve.
Eu ia pra Lagoa Azul dia 31 mas a lagoa literalmente secou e então só fui caminhando até a Pedra Furada.
A noite jantei um troço leve e fiquei perambulando na beira da praia esperando a meia-noite.
Não quis ir ver os fogos de cima da duna porque estava cansada pra subir tudo aquilo.
As pessoas subindo com lanternas nas mãos formavam uma verdadeira procissão.
A queima de fogos foi muito linda e logo depois eu fui pra cama.
Acordei dia 01 e decidi que ia embora.
Liguei pra Fortaleza e consegui um quarto num hotel da praia de Mucuripe, liguei pra viação Redenção e tinha acabado de aparecer uma pessoa devolvendo a passagem, fiquei com ela e as 2 da tarde eu disse bye bye pra Jeri e fui, de jardineira, pra Jijoca onde tomamos um onibus executivo, ótimo, com banheiro e serviço de bordo.
Na ida, de mini-onibus e 4x4 eu paguei 65, na volta de jardineira e busão confortávek eu paguei R$ 35.
Detalhe: o onibus deixa a gente na Av. Beira Mar então nem taxi eu paguei.
Fiquei p. da vida de ser explorada.
Por indicação do pessoal do hotel eu fui jantar num lugar chamado "Peixada do Meio" ali na av. Beira Mar mesmo. Outro lugar imperdível.
E depois tomar sorvete no 50 sabores. Tomei sorvete de cupuaçu e de fico com conhaque. De comer chorando.
No dia seguinte eu dei um rolê pela praia do Mucuripe e fui pegar o onibus pra Canoa Quebrada ali mesmo, na praia do Meirelles na av. Beira-Mar.
De novo tinham me cobrado pra ir de van R$ 50, depois R$ 40 e eu acabei pagando R$ 16
00!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Fala sério! É muita diferença!
A estrada pra Canoa é muito mais bonita que pra Jeri e foi uma viagem tão boa que nem senti passar 4 horas.
A gente cruza com lagoas lindas e vê as dunas a distância, sem contar as imensas plantações de caju que exalam um perfume delicioso.
Chegamos a Canoa e de onde o onibus para não tem transporte até a pousada então lá fui arrastando mala pelas ruas de paralelepípedo.
Amei Canoa! Amei!
Se tem um lugar pra onde eu quero ir depois de aposentada e ficar até o fim dos meus dias decididamente esse lugar é Canoa!
Quarta-feira, Janeiro 09, 2008
A viagem - parte 2



Ainda no dia 27 eu fui jantar com a Mani e o marido.
Eita casal mais lindo, cativante, carinhoso. Foi bom demais sair com eles.
Conversamos muito, rimos, bebemos Prosecco e eu sai de lá com tristeza de deixá-los.
No hotel eu tinha perguntado se era complicado ir de onibus pra Jericoacoara e eles disseram que era melhor ir de micro-onibus porque era mais confortável e blá blá blá e a turista trouxa caiu feito patinho.
Paguei R$ 65,00 e ficaram de me pegar as 7 da manhã do dia 28.
Chegaram as 8:30...
No onibus 3 casais, duas mulheres com duas meninas e eu.
5 horas até Jijoca.
O onibus vai pelo interior então a paisagem não tem nada de extraordinário. É seco toda vida e não tem muito cultivo.
Chegando em Jijoca esperamos um pouco pelo 4 x 4 que nos levaria até Jeri.
Pra chegar em Jeri é preciso atravessar as dunas. São quase 40 km de areia.
O transporte lá é jipe, 4x4, jardineira, moto ou jegue. Carro normal não passa.
É muita areia! Um verdadeiro deserto ao lado do mar.
Cheguei meio quebrada em Jeri e o motorista me deixou na pousada. Essa era bem simples, limpinha mas com uma cama ultra dura, um lençol que não parava preso ao colchão e fica no Beco do Forró que é ultra movimentado.
Meu quarto era o primeiro ao lado da calçada e passa gente conversando e cantando a noite inteira. Dormir não foi fácil.
Cheguei, me instalei e fui almoçar alguma coisa na praia. Eram umas 4 e tanto da tarde e eu pedi um peixe frito. Passou um vendedor de ostras e eu comi ostras. Assim, meio com pé atrás porque pensei "se me fizer mal eu to ferrada pq nesse fim de mundo nem hospital tem".
Não foram as ostras que me fizeram mal mas o peixe frito. Me deu um enjôo terrível, seguido de uma baita dor de cabeça.
Lá pelas 10 da noite eu tomei uma coca zero e logo depois 2 picolés de limão e... sarei!
No dia seguinte logo cedo eu arrumei pra ir com um casal fazer o passeio de buggy até Tatajuba.
Imagine que tinham me pedido R$ 80,00 pra fazer o passeio, depois outro me ofereceu por R$ 60,00 e acabei indo por R$ 50.
Lá tudo é assim. O primeiro preço é sempre uma roubada.
O buggy sai pra Tatajuba pela praia e passa por Guariú, Mangue Seco, canal, velha Tatajuba e lagoa de Tatajuba.
Beber, cair e levantar
A viagem - parte 1


Dia 26/12 as 15:00 eu embarquei num voo da Gol direto pra Fortaleza.
3 horas de um vôo lotado mas calmo, graças ao André eu fui na janelinha e fui observando por onde passávamos.
Fazendas, chapadas, mais fazendas, riozinhos e de repente um riozão que imagino ser o São Francisco.
Já sobrevoando o Ceará muita planicie seca seca, como se fossem uns chapadões.
Chegamos com tmpo bom e eu tomei um táxi até o hotel, na praia de Iracema.
Coloquei as coisas no quarto e fui procurar um lugar pra comer.
Ali na praia de Iracema não é muito fácil então eu fui andando pela av. Beira Mar até a praia do Meirelles onde tem mais opções.
Foi uma senhora caminhada! Acho que ida e volta deve ter dado uns 5 km.
Comi num lugar chamado "Babagula", muito gostoso, ouvi uns repentistas tocando pra entreter turista e vi muita gente.
O calçadão da Beira Mar é uma tremenda passarela: todo mundo passa por lá.
Voltei pro hotel e cai na cama que era o que estava precisando muito.
No dia seguinte, depois do delicioso café da manhã, perguntei na recepção se dava para ir a pé ao mercado municipal.
Esse foi o meu erro: perguntei se dava pra ir a pé e não se era longe.
Foi ai que descobri que no Ceará é como em Portugal: vc faz uma pergunta e eles te respondem literalmente a ela.
Resumo, o recepcionista falou que dava e indicou o caminho e era longe pra dedéu.
Mas, como boa turista eu fui fondo e fui fondo numa rua que não tinha ninguém, só carros passavam por ali.
Na ida choveu um pouquinho, saiu mais sol e fazia um calor dos infernos.
Depois de andar muuuuuuuuuuuito, de atravessar o Centro Cultural Dragão do Mar pela passarela com ajuda de um anjo da guarda humano que me levou até onde eu devia sair, fui andando um pouco mais e cheguei o mercado.
Grande, tem uns 4 andares mais ou menos e muita lojinha com produtos tipicos do nordeste.
Vi coisas diferentes pra mim: pingas, geléias de caju, doce de caju, castanha de caju aos montes, redes, e muito trabalho de artesanato cearense.
De lá fui procurar um lugar pra arrumar a camera digital e continua a história de "a senhora vai até ali, é logo ali..." e o logo ali era longe e eu andando, andando e transpirando.
Conheci todo o centro da cidade, ultra movimentado.
Exausta acabei tomando um taxi pra voltar pro hotel e o próprio taxista se impressionou e disse que eu havia caminhado muito.
No hotel recebi ligação da Mani dizendo que iria me buscar pra almoçar com uma amiga dela.
O almoço na verdade foi com duas amigas, a Débora e a Luciana, e foi muito, mas muito bom.
Almoço delicioso, lugar lindo com gente maravilhosa.
Amei!
Ficamos bem umas 3 horas lá e depois a Débora voltou pro trabalho e a Mani e a Luciana me levaram a praia do Futuro porque eu não concebia não entrar no mar em Fortaleza e no dia seguinte eu já ia pra Jeri.
Foi tudo tão bom, mas tão bom que não tenho palavras pra descrever.
Papos deliciosos, água de coco e patinhas de caranguejo.
Uma água limpa e linda, o mar lá não é piscina e eu estava inaugurando meu maio novo e qual não foi a surpresa ao ver que o elástico dele não era apropriado pra mar revoltoso.
A caipora volta e meia ficava com os peitos de fora.
Era um tal de segurar alça de maio e tentar me equilibrar pra não pagar mico de ser rolada até a praia pela onda.
Afe! Uma falta total de charme.
continua...
Terça-feira, Janeiro 08, 2008
A dura volta a realidade
Eu sai de férias mas infelizmente meus problemas não então eu cheguei ontem e eles vieram me receber de braços abertos.
Graças a Deus não são problemas de saúde com ninguém da família então... a gente respira fundo e pede ajuda a Deus (e aos universitários) e toca em frente.
A viagem foi como eu sonhei e aproveitei cada minuto.
Tive direito a minha "aventuras", a encher a cara de camarão em Natal, a conhecer montes de gente interessante e fazer novos amigos Brasil a fora.
Dei-me o direito aos meus momentos de tristeza, de saudades dos filhos, da mãe, do Jack e muita saudade do Eric que teria gostado muito de conhecer aquilo tudo.
Dei-me o direito a horas e horas de "não fazer absolutamente nada".
Conheci outra viajante solitária de São Paulo ontem pela manhã, no mar, eu já quase pra vir embora.
Ela tem a mesma idade que eu, é professora como eu e também não conseguia arrumar companhia pra vijar e resolveu "meter as caras".
Rimos muito quando descobrimos que éramos as duas "viajantes solitárias".
Conheci em Pirangi (gde Natal) uns jovens de Brasília que me adotaram por um dia. Ri muito com eles, comi caranguejo, bebi "copo sujo" e comi manga colhida do pé ali ao lado, me lambuzando inteira e fazendo com que eles morressem de rir da "tia" chique de São Paulo toda suja de manga.
Depois eu vou fazer download das fotos no Flirk e coloco o link aqui.
Agora é dar muito duro pra pagar as contas e rezar pra conseguir superar essas dificuldades extras que apareceram.
Foi bom demais e se alguém aqui tem dúvidas de se deve ou não fazer uma loucura dessas eu recomendo: jogue-se de cabeça! Vale a pena!
Graças a Deus não são problemas de saúde com ninguém da família então... a gente respira fundo e pede ajuda a Deus (e aos universitários) e toca em frente.
A viagem foi como eu sonhei e aproveitei cada minuto.
Tive direito a minha "aventuras", a encher a cara de camarão em Natal, a conhecer montes de gente interessante e fazer novos amigos Brasil a fora.
Dei-me o direito aos meus momentos de tristeza, de saudades dos filhos, da mãe, do Jack e muita saudade do Eric que teria gostado muito de conhecer aquilo tudo.
Dei-me o direito a horas e horas de "não fazer absolutamente nada".
Conheci outra viajante solitária de São Paulo ontem pela manhã, no mar, eu já quase pra vir embora.
Ela tem a mesma idade que eu, é professora como eu e também não conseguia arrumar companhia pra vijar e resolveu "meter as caras".
Rimos muito quando descobrimos que éramos as duas "viajantes solitárias".
Conheci em Pirangi (gde Natal) uns jovens de Brasília que me adotaram por um dia. Ri muito com eles, comi caranguejo, bebi "copo sujo" e comi manga colhida do pé ali ao lado, me lambuzando inteira e fazendo com que eles morressem de rir da "tia" chique de São Paulo toda suja de manga.
Depois eu vou fazer download das fotos no Flirk e coloco o link aqui.
Agora é dar muito duro pra pagar as contas e rezar pra conseguir superar essas dificuldades extras que apareceram.
Foi bom demais e se alguém aqui tem dúvidas de se deve ou não fazer uma loucura dessas eu recomendo: jogue-se de cabeça! Vale a pena!
Quarta-feira, Janeiro 02, 2008
Canoa Quebrada
Gente estou no lugar mais lindo do mundo! Eu achava impossível que existisse um lugar com o meu jeito mas esse lugar é Canoa.
Tudo aqui é lindo!
A cor do mar, a cor do céu, a quantidade de estrelas que se pode ver a noite.
A janela do meu quarto se abre sobre o mar. É de tirar o folego.
Gostei muito de Jeri mas Canoa definitivamente é mais o meu estilo.
Tenho curtido meus momentos sozinha, tenho rido muito ouvindo conversa alheia. Dá pra escrever um livro.
Adoro a fala dos cearenses, as expressões tão diferentes das de SP.
Uma quantdade imensa de estrangeiros e de nordestinos que circulam entre os estados daqui.
Dia 04 vou para Natal e quero encontrar a Lu e a Bia.
Estive com a Mani e foi tão bom...tão bom.
Sinto falta da minha família mas viveria aqui tranquilamente.
Falo com Patrick e Marie todos os dias e isso acalma minhas saudades.
Na volta postarei muitsa fotos e contarei minhas aventuras.
Horas e horas de onibus cortando o Ceará de oeste a leste.
Beijos a todos
Tudo aqui é lindo!
A cor do mar, a cor do céu, a quantidade de estrelas que se pode ver a noite.
A janela do meu quarto se abre sobre o mar. É de tirar o folego.
Gostei muito de Jeri mas Canoa definitivamente é mais o meu estilo.
Tenho curtido meus momentos sozinha, tenho rido muito ouvindo conversa alheia. Dá pra escrever um livro.
Adoro a fala dos cearenses, as expressões tão diferentes das de SP.
Uma quantdade imensa de estrangeiros e de nordestinos que circulam entre os estados daqui.
Dia 04 vou para Natal e quero encontrar a Lu e a Bia.
Estive com a Mani e foi tão bom...tão bom.
Sinto falta da minha família mas viveria aqui tranquilamente.
Falo com Patrick e Marie todos os dias e isso acalma minhas saudades.
Na volta postarei muitsa fotos e contarei minhas aventuras.
Horas e horas de onibus cortando o Ceará de oeste a leste.
Beijos a todos





