Sexta-feira, Maio 29, 2009
Por melhor que a gente esteja, por mais otimista e alegre que sejamos, tem dias que a gente chora.
E é bom porque mostra que apesar de uma vida tão cheia de coisas duras não perdemos a capacidade de sentir.
E é bom porque mostra que apesar de uma vida tão cheia de coisas duras não perdemos a capacidade de sentir.
Quinta-feira, Maio 28, 2009
Das injustiças da vida
Uma das mais sacanas das injustiças da vida é a gente engordar 1 kg num dia e levar 7 para livrar-se dele!
Tenho caminhado feito louca. Literalmente feito louca, falando sozinha, com roupas estranhas porque quando me pega o desespero de comer doce lá vou eu pra rua, então vocês podem imaginar a cena.
No final do ano é a formatura do meu filho - (o lindo já vai se formar, meu Deus!) e eu preciso estar com o corpo em ordem para entrar num lindo vestido. Afinal, meu filho merece!
Meu querido fez os 5 anos da faculdade sem DP, sem problemas. Sei que vocês se enchem do meu corujismo mas meus filhos só me dão orgulho!
Então, quero estar linda na formatura dele.
E quando a Marie chegar quero que ela me veja bem.
Por falar nela, hoje me perguntaram por onde ela anda e ai vai - ela está na Noruega!
Lá em cima, perto do pólo.
Mesmo na primavera faz um frio desgraçado lá em cima - claro!
Tenho caminhado feito louca. Literalmente feito louca, falando sozinha, com roupas estranhas porque quando me pega o desespero de comer doce lá vou eu pra rua, então vocês podem imaginar a cena.
No final do ano é a formatura do meu filho - (o lindo já vai se formar, meu Deus!) e eu preciso estar com o corpo em ordem para entrar num lindo vestido. Afinal, meu filho merece!
Meu querido fez os 5 anos da faculdade sem DP, sem problemas. Sei que vocês se enchem do meu corujismo mas meus filhos só me dão orgulho!
Então, quero estar linda na formatura dele.
E quando a Marie chegar quero que ela me veja bem.
Por falar nela, hoje me perguntaram por onde ela anda e ai vai - ela está na Noruega!
Lá em cima, perto do pólo.
Mesmo na primavera faz um frio desgraçado lá em cima - claro!
Cara de pau
Se tem uma coisa que sempre me surpreende é a cara de pau de algumas pessoas.
Tem gente que tem a cara de pau de fazer uma puta sacanagem com outros e depois fazer a maior cara de paisagem.
Não estou falando de politicos não.
Ou então usam as pessoas a sua volta para conseguir o que querem, seja material ou emocional.
E tem as pessoas que usam tudo e mais chantagem pra serem atingir seus vis objetivos.
O que essas pessoas se esquecem, com frequencia, é que tudo nessa vida vai e volta.
E vai, e volta.
É piegas, é sabedoria de livro de auto-ajuda mas é a mais pura verdade.
E eu estou me especializando em me sentar a beira do rio...
Tem gente que tem a cara de pau de fazer uma puta sacanagem com outros e depois fazer a maior cara de paisagem.
Não estou falando de politicos não.
Ou então usam as pessoas a sua volta para conseguir o que querem, seja material ou emocional.
E tem as pessoas que usam tudo e mais chantagem pra serem atingir seus vis objetivos.
O que essas pessoas se esquecem, com frequencia, é que tudo nessa vida vai e volta.
E vai, e volta.
É piegas, é sabedoria de livro de auto-ajuda mas é a mais pura verdade.
E eu estou me especializando em me sentar a beira do rio...
As receitas
A Lilica, a Ana Lucia e outras pessoas querem as receitas que eu falei do fim de semana.
Peço um pouquinho de paciencia que sábado eu coloco lá Na Cozinha da Gi, o meu pobre blog culinário esquecido.
Peço um pouquinho de paciencia que sábado eu coloco lá Na Cozinha da Gi, o meu pobre blog culinário esquecido.
Terça-feira, Maio 26, 2009
Sobre pancada psicológica
Respondendo pra Liz o que eu acho:
Evitar a pancada psicológica é impossível. As pessoas mandam o torpedo e não tem como a gente desviar dele, principalmente quando somos pegos desprevenidos.
O que podemos fazer é limitar os danos.
E também não nos deixarmos tão expostos a ponto de sermos atacados.
Normalmente a gente conhece o agressor e o que é pior, ama o agressor.
Não sou psicóloga, o que estou dizendo vem somente da minha experiencia pessoal.
Cresci com um pai agressivo física e psicológicamente. Não sei o que era pior: levar surras de cinto ou quando ele me chamava de burra, de incompetente.
Quando cresci ele não podia mais me bater mas continuou a descarregar suas neuroses em cima de mim.
A maneira que encontrei de me defender disso foi ficar longe dele. E nos distanciamos tanto que no fim da vida dele eu olhava e via um estranho. Uma pessoa de quem eu tinha muita pena mas como teria pena de um velhinho doente numa cama.
Ele morreu e a morte dele não me causou nada. Até hoje a lembrança dele não me causa nada. Nem raiva, nem amor, nem tristeza, nada!
Mas as cicatrizes e a busca por me relacionar com pessoas que me faziam mal continuou.
Até que para o que eu vivi consegui me sair bem de relacionamentos doentios.
Quase sempre eu conseguia ver que a coisa estava desandando e pulava fora antes.
Meu marido tinha uma forma não verbal de agressão psicológica. E quando eu digo não verbal é isso mesmo - o silencio!
Ele era capaz de ficar dias e dias sem falar comigo e quase me deixar doida.
Isso tb é uma agressão.
Outro dia, o dia que eu reclamei aqui, dia 21/05, meu filho tinha sido extremamente grosseiro comigo.
Ai parei pra pensar - eu permito!
Eu permitia que meu pai me agredisse dizendo horrores (e acredite eram horrores), depois permitia meu marido me "colocar na geladeira" e permiti que meu filho fosse grosso comigo.
Porque?
E analisando descobri que se eu não posso evitar que alguém me agrida com palavras posso parar e analisar.
Aquilo me atinge? Porque me atinge? Foi falta de respeito?
Quando a gente descobre o que sente diante de uma agressão psicologica acho que descobre como devemos nos comportar.
Disse ao meu filho com todas as letras que acho esse comportamento inaceitável e que por respeito a mim não vou mais permiti-lo. Se ele insistir em ser grosseiro comigo vai ficar literalmente falando sozinho. Não terá minha atenção, eu virarei as costas para ele.
Ah mas as vezes a gente não tem como sair de perto, como virar as costas, nem como sair do recinto.
É verdade. Ai cabe a gente olhar para a pessoa e ir além do que ela está falando.
Sabe, eu fico olhando pra pessoa e pensando o quanto ela deve ser amarga, triste, doente.
Se preciso crio até uma armadura invisivel de energia positiva para aquilo que o doente está passando não me atingir.
Precisamos nos fortalecer psicologicamente e acreditar que somos merecedores de respeito, amor, atenção.
Não podemos evitar sofrimento mas decididamente podemos diminuir o efeito dele sobre nós.
Evitar a pancada psicológica é impossível. As pessoas mandam o torpedo e não tem como a gente desviar dele, principalmente quando somos pegos desprevenidos.
O que podemos fazer é limitar os danos.
E também não nos deixarmos tão expostos a ponto de sermos atacados.
Normalmente a gente conhece o agressor e o que é pior, ama o agressor.
Não sou psicóloga, o que estou dizendo vem somente da minha experiencia pessoal.
Cresci com um pai agressivo física e psicológicamente. Não sei o que era pior: levar surras de cinto ou quando ele me chamava de burra, de incompetente.
Quando cresci ele não podia mais me bater mas continuou a descarregar suas neuroses em cima de mim.
A maneira que encontrei de me defender disso foi ficar longe dele. E nos distanciamos tanto que no fim da vida dele eu olhava e via um estranho. Uma pessoa de quem eu tinha muita pena mas como teria pena de um velhinho doente numa cama.
Ele morreu e a morte dele não me causou nada. Até hoje a lembrança dele não me causa nada. Nem raiva, nem amor, nem tristeza, nada!
Mas as cicatrizes e a busca por me relacionar com pessoas que me faziam mal continuou.
Até que para o que eu vivi consegui me sair bem de relacionamentos doentios.
Quase sempre eu conseguia ver que a coisa estava desandando e pulava fora antes.
Meu marido tinha uma forma não verbal de agressão psicológica. E quando eu digo não verbal é isso mesmo - o silencio!
Ele era capaz de ficar dias e dias sem falar comigo e quase me deixar doida.
Isso tb é uma agressão.
Outro dia, o dia que eu reclamei aqui, dia 21/05, meu filho tinha sido extremamente grosseiro comigo.
Ai parei pra pensar - eu permito!
Eu permitia que meu pai me agredisse dizendo horrores (e acredite eram horrores), depois permitia meu marido me "colocar na geladeira" e permiti que meu filho fosse grosso comigo.
Porque?
E analisando descobri que se eu não posso evitar que alguém me agrida com palavras posso parar e analisar.
Aquilo me atinge? Porque me atinge? Foi falta de respeito?
Quando a gente descobre o que sente diante de uma agressão psicologica acho que descobre como devemos nos comportar.
Disse ao meu filho com todas as letras que acho esse comportamento inaceitável e que por respeito a mim não vou mais permiti-lo. Se ele insistir em ser grosseiro comigo vai ficar literalmente falando sozinho. Não terá minha atenção, eu virarei as costas para ele.
Ah mas as vezes a gente não tem como sair de perto, como virar as costas, nem como sair do recinto.
É verdade. Ai cabe a gente olhar para a pessoa e ir além do que ela está falando.
Sabe, eu fico olhando pra pessoa e pensando o quanto ela deve ser amarga, triste, doente.
Se preciso crio até uma armadura invisivel de energia positiva para aquilo que o doente está passando não me atingir.
Precisamos nos fortalecer psicologicamente e acreditar que somos merecedores de respeito, amor, atenção.
Não podemos evitar sofrimento mas decididamente podemos diminuir o efeito dele sobre nós.
Segunda-feira, Maio 25, 2009
Do Re Mi
Essas apresentações tem se repetido pela Europa e USA e olhando o rosto dos que foram surpreendidos por elas vemos uma expressão de sincera alegria.
O mundo precisa de música, de dança, de mais coisas que tornem nossos dias lindos.
O mundo precisa de música, de dança, de mais coisas que tornem nossos dias lindos.
Costa da Noruega
Domingo, Maio 24, 2009
1001
Nós tinhamos um caseiro na fazenda que minha mãe, só entre nós da família, chamava de 1001, porque ele só tinha os dois caninos e nada no meio.
Hoje falei com minha filha pelo skype até me fartar. Ah, como foi bom!!
Rimos, botamos todas as fofocas em dia.
55 minutos de alegria.
Durante a semana que começa eu tenho que jejuar pra compensar tudo o que comi nesse fim de semana.
Modéstia a parte eu cozinho bem e passei o fim de semana na cozinha testando receitas, e todas deram certo.
Um frango com limão siciliano, que depois a gente faz um molho maravilhoso e come com macarrão.
Ficou de comer de joelhos.
Pudim de sobremesa.
Foi um abuso só!
Agora é tomar vergonha na cara. Que merda a gente engordar comendo o que gosta e que fez com amor.
Hoje falei com minha filha pelo skype até me fartar. Ah, como foi bom!!
Rimos, botamos todas as fofocas em dia.
55 minutos de alegria.
Durante a semana que começa eu tenho que jejuar pra compensar tudo o que comi nesse fim de semana.
Modéstia a parte eu cozinho bem e passei o fim de semana na cozinha testando receitas, e todas deram certo.
Um frango com limão siciliano, que depois a gente faz um molho maravilhoso e come com macarrão.
Ficou de comer de joelhos.
Pudim de sobremesa.
Foi um abuso só!
Agora é tomar vergonha na cara. Que merda a gente engordar comendo o que gosta e que fez com amor.
Sábado, Maio 23, 2009
Post número 1000
Isso é incrivel!
Consegui escrever 1000 posts sem ter muito o que dizer...ahuahuahuahuahuahuahua.
Um sábado de muito trampo doméstico que culminou com pão de batata feito por mim.
A primeira vez que fiz pão.
Quer dizer, já havia feito pão de queijo mas pão de queijo não vale né?
Meu pão de batata ficou classe A! Lindo.
Na verdade lindos porque a receita rendeu a beça...rs
Meu filho está aqui hoje, o que torna tudo melhor.
Mal e mal consegui falar com Marie hoje mas tentarei novamente amanhã. Ela está indo em direção do Fjordes noruegueses.
Um dos lugares mais impressionantes da Terra. Uma experiencia realmente única. Um lugar onde a gente vê o tamanho que temos na terra.
Não conheço as Montanhas Rochosas mas ouvi dizer que lá também é assim.
Consegui escrever 1000 posts sem ter muito o que dizer...ahuahuahuahuahuahuahua.
Um sábado de muito trampo doméstico que culminou com pão de batata feito por mim.
A primeira vez que fiz pão.
Quer dizer, já havia feito pão de queijo mas pão de queijo não vale né?
Meu pão de batata ficou classe A! Lindo.
Na verdade lindos porque a receita rendeu a beça...rs
Meu filho está aqui hoje, o que torna tudo melhor.
Mal e mal consegui falar com Marie hoje mas tentarei novamente amanhã. Ela está indo em direção do Fjordes noruegueses.
Um dos lugares mais impressionantes da Terra. Uma experiencia realmente única. Um lugar onde a gente vê o tamanho que temos na terra.
Não conheço as Montanhas Rochosas mas ouvi dizer que lá também é assim.
Sexta-feira, Maio 22, 2009
Morreu Zé Rodrix! To triste
Quando eu tinha 18, 20 anos, ele embalava minhas viagens, meus namoros.
Com 40 eu trabalhei com ele numa produtora de jingles.
Um genio!
Um cara divertido, humano, sem um pingo de estrelismo ou frescura.
Mais um pra aumentar o coro de gente bacana no céu!
Com 40 eu trabalhei com ele numa produtora de jingles.
Um genio!
Um cara divertido, humano, sem um pingo de estrelismo ou frescura.
Mais um pra aumentar o coro de gente bacana no céu!
Quinta-feira, Maio 21, 2009
Existe um limite para a estupidez.
O dia que você cansa de levar pancada acorda e percebe que se você não permitir ninguém vai lhe machucar.
Incrivel descoberta do óbvio.
O dia que você cansa de levar pancada acorda e percebe que se você não permitir ninguém vai lhe machucar.
Incrivel descoberta do óbvio.
O que é duro de verdade...
... é que de uma hora pra outra você passa de alguém indispensável na vida de um ser a alguém absolutamente acessório!
Encosta a sua cabecinha no meu ombro e chora...
Na falta de um ombro encosto a cabeça no Jack e choro.
Choro de saudades, de tristeza, de angustia.
Choro também de alegria porque algumas coisas que fiz e faço dão certo. Porque amigos queridos estão bem. Porque meus filhos são felizes.
Encosto a cabeça e sinto o pelo macio e perfumado do quadrupede que me ama e me dá apoio, carinho, que põe um sorriso no meu rosto.
Encosto a cabeça sobre meus próprios ombros e paro de chorar porque tenho tanto a agradecer.
Levanto a cabeça e olho pro céu tão absurdamente azul e vejo que tudo está em seu lugar, como deve ser.
E a saudade?
Ainda bem que tenho de quem senti-la.
Choro de saudades, de tristeza, de angustia.
Choro também de alegria porque algumas coisas que fiz e faço dão certo. Porque amigos queridos estão bem. Porque meus filhos são felizes.
Encosto a cabeça e sinto o pelo macio e perfumado do quadrupede que me ama e me dá apoio, carinho, que põe um sorriso no meu rosto.
Encosto a cabeça sobre meus próprios ombros e paro de chorar porque tenho tanto a agradecer.
Levanto a cabeça e olho pro céu tão absurdamente azul e vejo que tudo está em seu lugar, como deve ser.
E a saudade?
Ainda bem que tenho de quem senti-la.
Quarta-feira, Maio 20, 2009
Grrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr
Eu só queria conseguir falar com minha filha.
Ficar sem ela é duro mas não falar com ela por dias e dias é horrivel.
Mal e mal conseguimos trocar uns torpedos.
Não sei o que acontece naqueles paises nórdicos mas a comunicação com o navio é impossivel e ligar no celular dela é fora de cogitação.
1 min. de ligação celular internacional pela Vivo são R$ 8,00.
É absurdo.
Ficar sem ela é duro mas não falar com ela por dias e dias é horrivel.
Mal e mal conseguimos trocar uns torpedos.
Não sei o que acontece naqueles paises nórdicos mas a comunicação com o navio é impossivel e ligar no celular dela é fora de cogitação.
1 min. de ligação celular internacional pela Vivo são R$ 8,00.
É absurdo.
Terça-feira, Maio 19, 2009
Orgulho
Uma das coisas que eu posso me orgulhar de mim mesma é de ser uma pessoa correta.
Por correta quero dizer que vivo segundo aquilo que acredito, aquilo que para mim é principio.
Um dos meus principios é que haja o que houver quem trabalha pra mim tem que receber. Posso dever pra telefonica, posso não ter dinheiro pra comer mas quem trabalhou pra mim vai receber o salário. De preferencia em dia e aquilo que foi combinado.
Nunca entendi gente que é capaz de gastar um tostão que seja e não pagar seus empregados.
Respondo um processo na justiça do trabalho por ter contratado um funcionário sem carteira assinada e mesmo que quando ele foi demitido eu não era mais dona do negócio assumo minha parte do erro.
Entreguei na mão da minha sócia a responsabilidade das contratações e nunca me interessei em ver se elas realmente existiam.
Falha minha! Assumo.
Só gostaria que tivesse que pagar pela minha parte do erro e não todo ele.
Mas isso é outro assunto.
O trabalho é a única forma que pessoas honestas conseguem ganhar seu sustento.
Os não honestos, ou não tão honestos tem muitas outras rendas vindas de fontes duvidáveis.
Não consigo ser assim.
Nunca quis ser assim.
Tenho trabalhado com uma empresa incrivel, digna que quando diz que vai pagar dia 30 paga no dia 30.
Isso é reconfortante porque você sabe o que vai receber, quando vai receber.
Ser autonomo é viver na corda bamba e agradeço a Deus por eles fazerem da minha corda não tão bamba.
Pena que outras pessoas não tenham essa sorte.
Por correta quero dizer que vivo segundo aquilo que acredito, aquilo que para mim é principio.
Um dos meus principios é que haja o que houver quem trabalha pra mim tem que receber. Posso dever pra telefonica, posso não ter dinheiro pra comer mas quem trabalhou pra mim vai receber o salário. De preferencia em dia e aquilo que foi combinado.
Nunca entendi gente que é capaz de gastar um tostão que seja e não pagar seus empregados.
Respondo um processo na justiça do trabalho por ter contratado um funcionário sem carteira assinada e mesmo que quando ele foi demitido eu não era mais dona do negócio assumo minha parte do erro.
Entreguei na mão da minha sócia a responsabilidade das contratações e nunca me interessei em ver se elas realmente existiam.
Falha minha! Assumo.
Só gostaria que tivesse que pagar pela minha parte do erro e não todo ele.
Mas isso é outro assunto.
O trabalho é a única forma que pessoas honestas conseguem ganhar seu sustento.
Os não honestos, ou não tão honestos tem muitas outras rendas vindas de fontes duvidáveis.
Não consigo ser assim.
Nunca quis ser assim.
Tenho trabalhado com uma empresa incrivel, digna que quando diz que vai pagar dia 30 paga no dia 30.
Isso é reconfortante porque você sabe o que vai receber, quando vai receber.
Ser autonomo é viver na corda bamba e agradeço a Deus por eles fazerem da minha corda não tão bamba.
Pena que outras pessoas não tenham essa sorte.
Aceito ajuda
As vezes eu mesma me acho entediante porque sou muito resistente a mudanças e vida é movimento.
Quero mudar o template mas não gosto de nada do que o blogger me propõe.
Quero um template que seja relacionado a mim, a minha maneira de ser.
Não sei mudar template quanto mais fazer um então aceito ajuda.
Se alguém quiser me ensinar como fazer eu aceito, se alguém quiser fazer pra mim melhor ainda porque eu já disse aqui que em matéria de tecnologia eu amo mas tenho uma preguiça monstra de fuçar e errar e recomeçar.
Alguém se habilita?
Quero mudar o template mas não gosto de nada do que o blogger me propõe.
Quero um template que seja relacionado a mim, a minha maneira de ser.
Não sei mudar template quanto mais fazer um então aceito ajuda.
Se alguém quiser me ensinar como fazer eu aceito, se alguém quiser fazer pra mim melhor ainda porque eu já disse aqui que em matéria de tecnologia eu amo mas tenho uma preguiça monstra de fuçar e errar e recomeçar.
Alguém se habilita?
Segunda-feira, Maio 18, 2009
Marie(nheira) no Mar Báltico
Domingo, Maio 17, 2009
O fim do fim de semana
Um resumo do meu fim de semana: não fiz quase nada!
Abençoadamente!
Relaxei, li, caminhei.
Agora a noite fiz do meu banheiro meu spa com direito a banho perfumado, máscara capilar, shampoo para cabelos quebradiços, óleo após banho (presente da Carla San) e creme relaxante para as pernas.
No rosto o substiane (recomendado pela melhor consultora de beleza ever: Carla San).
Cházinho relaxante fornecido pela Naty.
Ah...os pequenos e deliciosos prazeres da vida.
A gata olha pra mim de cima da cama com os olhos semi-abertos concordando.
Abençoadamente!
Relaxei, li, caminhei.
Agora a noite fiz do meu banheiro meu spa com direito a banho perfumado, máscara capilar, shampoo para cabelos quebradiços, óleo após banho (presente da Carla San) e creme relaxante para as pernas.
No rosto o substiane (recomendado pela melhor consultora de beleza ever: Carla San).
Cházinho relaxante fornecido pela Naty.
Ah...os pequenos e deliciosos prazeres da vida.
A gata olha pra mim de cima da cama com os olhos semi-abertos concordando.
Sábado, Maio 16, 2009
Uma questão de peso
É fato, engordei muito de uns anos para cá.
Minha amiga Lica também.
Conversando com ela ontem ela comenta que nossa amiga D. também engordou, e olha que ela havia emagrecido mais de 20 quilos há 20 anos e não tinha engordado mais nesse tempo todo.
Ai ela lembra que F. também engordou muito e nunca havia sifo gorda.
Espantada ela olha pra mim e solta "Mas porque será que nós todas engordamos assim?"
A resposta é simples - porque comemos mais.
E porque comemos mais?
Bom, eu acho que se você não tem pelo menos dois dos fatores abaixo é fácil fazer da comida uma grande amiga.
A saber:
- Uma vida sexual pelo menos medianamente satisfatória. (Vida sexual? O que é isso?)
- Auto estima nas alturas - (Novamente, o que vem a ser isso?)
- Você é uma artista frequentemente na midia. (Realmente essa não sou eu!)
- Tem uma vida social que a obrigue a estar sempre na moda (Vida social...um dia eu tive uma)
- Não ultrapassou os 45 anos. (Xiiii, já passei dessa linha faz tempo)
- Adora malhar (Hã? Isso existe?)
- Um homem que a adore e diga que a ama não importa o seu peso (Francamente, é o melhor incentivo do mundo para ficar magra)
- É extramente narcista.
- Tem grana aos montes para comprar todas as roupas lindas tamanho 38 que as lojas oferecem
Bom eu não preciso continuar, deu pra entender que a comida as vezes é uma grande amiga, quando não a única!
Se ela é a única realmente temos um grande problema e devemos consultar um terapeuta.
O fato é que depois dos 45 anos, tá, vou deixar pelos 50 anos, a gente nem tem mais tanta vontade de se privar daquilo que é gostoso.
E nem nosso corpo responde mais as dietas como antes.
Outro dia me lembrei que a primeira vez que fui a um médico para emagrecer eu tinha 13 anos. Loucura da minha mãe, incentivada pela minha madrinha.
Eu já media 1,70m e pesava qualquer coisa entre 65 e 70kg, ou seja, eu não era obesa.
Quando muito eu era gostosa!
Naquele tempo os médicos davam remédios para tirar o apetite a torto e a direito. Anfetaminas, porque era tudo o que existia.
Ou seja, há 38 anos eu conheço o efeito sanfona.
Há 38 anos eu estou em dieta.
No fim dos anos 70 até mais engravidar do meu primeiro filho eu consegui ser magra.
Pesava entre 57 e 62 quilos ou seja, estava na minha melhor forma.
Trabalhava feito louca numa coisa que adorava e que me obrigava a estar permanentemente bem vestida, em forma.
Ia a academia todos os dias as 6 da manhã e malhava por hora e meia antes de entrar no trampo as 8.
Mas eu tinha 22, 23 anos!
Ou seja, praticamente isso aconteceu numa outra vida.
Hoje eu quero emagrecer mas meu padrão de exigencia caiu bastante! rs
Minha amiga Lica também.
Conversando com ela ontem ela comenta que nossa amiga D. também engordou, e olha que ela havia emagrecido mais de 20 quilos há 20 anos e não tinha engordado mais nesse tempo todo.
Ai ela lembra que F. também engordou muito e nunca havia sifo gorda.
Espantada ela olha pra mim e solta "Mas porque será que nós todas engordamos assim?"
A resposta é simples - porque comemos mais.
E porque comemos mais?
Bom, eu acho que se você não tem pelo menos dois dos fatores abaixo é fácil fazer da comida uma grande amiga.
A saber:
- Uma vida sexual pelo menos medianamente satisfatória. (Vida sexual? O que é isso?)
- Auto estima nas alturas - (Novamente, o que vem a ser isso?)
- Você é uma artista frequentemente na midia. (Realmente essa não sou eu!)
- Tem uma vida social que a obrigue a estar sempre na moda (Vida social...um dia eu tive uma)
- Não ultrapassou os 45 anos. (Xiiii, já passei dessa linha faz tempo)
- Adora malhar (Hã? Isso existe?)
- Um homem que a adore e diga que a ama não importa o seu peso (Francamente, é o melhor incentivo do mundo para ficar magra)
- É extramente narcista.
- Tem grana aos montes para comprar todas as roupas lindas tamanho 38 que as lojas oferecem
Bom eu não preciso continuar, deu pra entender que a comida as vezes é uma grande amiga, quando não a única!
Se ela é a única realmente temos um grande problema e devemos consultar um terapeuta.
O fato é que depois dos 45 anos, tá, vou deixar pelos 50 anos, a gente nem tem mais tanta vontade de se privar daquilo que é gostoso.
E nem nosso corpo responde mais as dietas como antes.
Outro dia me lembrei que a primeira vez que fui a um médico para emagrecer eu tinha 13 anos. Loucura da minha mãe, incentivada pela minha madrinha.
Eu já media 1,70m e pesava qualquer coisa entre 65 e 70kg, ou seja, eu não era obesa.
Quando muito eu era gostosa!
Naquele tempo os médicos davam remédios para tirar o apetite a torto e a direito. Anfetaminas, porque era tudo o que existia.
Ou seja, há 38 anos eu conheço o efeito sanfona.
Há 38 anos eu estou em dieta.
No fim dos anos 70 até mais engravidar do meu primeiro filho eu consegui ser magra.
Pesava entre 57 e 62 quilos ou seja, estava na minha melhor forma.
Trabalhava feito louca numa coisa que adorava e que me obrigava a estar permanentemente bem vestida, em forma.
Ia a academia todos os dias as 6 da manhã e malhava por hora e meia antes de entrar no trampo as 8.
Mas eu tinha 22, 23 anos!
Ou seja, praticamente isso aconteceu numa outra vida.
Hoje eu quero emagrecer mas meu padrão de exigencia caiu bastante! rs
Quinta-feira, Maio 14, 2009
Over the rainbow
Você já sentiu um cansaço tão grande que até comer é cansativo?
Que levantar da cama é um sacrificio enorme?
Um cansaço tão grande que tudo o que se quer é ficar largado num canto como um tapete?
Hoje está dificil até pensar...
Que levantar da cama é um sacrificio enorme?
Um cansaço tão grande que tudo o que se quer é ficar largado num canto como um tapete?
Hoje está dificil até pensar...
Quarta-feira, Maio 13, 2009
Se tem algo que adoro...
... é ser chamada de querida!
Ou poder chamar alguém de querida, querido.
Como é gostoso saber que alguém nos quer bem!
Como é bom querer bem a alguém.
Recebi um email onde minha amiga começa dizendo "Querida, quando estiver aqui..." e isso aquece o coração.
Pequenas alegrias da vida.
Ou poder chamar alguém de querida, querido.
Como é gostoso saber que alguém nos quer bem!
Como é bom querer bem a alguém.
Recebi um email onde minha amiga começa dizendo "Querida, quando estiver aqui..." e isso aquece o coração.
Pequenas alegrias da vida.
Terça-feira, Maio 12, 2009
Educação moral e cívica
Quando eu estava no ginásio a gente tinha uma matéria chamada Educação Moral e Civica.
Outro dia um conhecido comentou que isso era no tempo da ditadura.
Ditadura ou não acho que esse curso faz muita falta nos dias de hoje nas escolas porque muitas crianças e adolescentes não tem a menor noção de civismo.
Hoje no jornal local discutia-se a quantidade de pessoas que não sabem o Hino Nacional.
Honrar a bandeira? Pra quê?
Quais são os simbolos da pátria? É capaz de alguém me responder - O Ronaldo fenomeno.
Mas o que mais me choca é ver o vandalismo, a destruição de bens públicos.
A comunidade japonesa doou a cidade de Sorocaba o Parque Kasato Maru há menos de um ano.
Imediatamente o local se tornou, segundo a própria prefeitura, um dos "cartões postais" da cidade.
Infelizmente muitos não respeitam o parque jogando todo tipo de sujeira.
Pela pista de caminhada pisamos em cacos de vidro de garrafas quebradas. Ou então as garrafas são jogadas no laguinho.
O que era pra ser uma fonte volta e meia é depósito de lixo.
As luminárias que iluminavam a placa comemorativa com os nomes dos que fizeram a doação do parque foram arrancadas, durante dias os fios ficaram expostos e por fim a prefeitura arrancou-os e não há mais luminarias lá.
Outro dia até um dos 4 latões de lixo foi jogado dentro do lago.
A coisa piora as sextas-feiras que é o dia que uma multidão invade o bairro para ir ao parque Campolim que fica perto.
Eles se reunem lá para ouvir música, de carros ou de aparelhos de som que carregam.
Bebem muito e depois saem demolindo tudo.
O parque Campolim, depois de muita briga dos moradores do bairro, agora tem policiamento, mas nós aqui ainda não.
Quando será que essas pessoas perceberão que o que destroem é de todos?
É da coletividade?
Que viveremos num enorme lixão no que depender deles?
Ou eles, como aquele deputado, estão se lixando para tudo?
Sou a favor da pena de horas de serviço comunitário, vigiada por policiais.
Fico chocada com a falta de amor a qualquer coisa, com a falta de educação, de consideração.
Para essas pessoas o mundo se resume ao seu umbigo. Sujo!
Outro dia um conhecido comentou que isso era no tempo da ditadura.
Ditadura ou não acho que esse curso faz muita falta nos dias de hoje nas escolas porque muitas crianças e adolescentes não tem a menor noção de civismo.
Hoje no jornal local discutia-se a quantidade de pessoas que não sabem o Hino Nacional.
Honrar a bandeira? Pra quê?
Quais são os simbolos da pátria? É capaz de alguém me responder - O Ronaldo fenomeno.
Mas o que mais me choca é ver o vandalismo, a destruição de bens públicos.
A comunidade japonesa doou a cidade de Sorocaba o Parque Kasato Maru há menos de um ano.
Imediatamente o local se tornou, segundo a própria prefeitura, um dos "cartões postais" da cidade.
Infelizmente muitos não respeitam o parque jogando todo tipo de sujeira.
Pela pista de caminhada pisamos em cacos de vidro de garrafas quebradas. Ou então as garrafas são jogadas no laguinho.
O que era pra ser uma fonte volta e meia é depósito de lixo.
As luminárias que iluminavam a placa comemorativa com os nomes dos que fizeram a doação do parque foram arrancadas, durante dias os fios ficaram expostos e por fim a prefeitura arrancou-os e não há mais luminarias lá.
Outro dia até um dos 4 latões de lixo foi jogado dentro do lago.
A coisa piora as sextas-feiras que é o dia que uma multidão invade o bairro para ir ao parque Campolim que fica perto.
Eles se reunem lá para ouvir música, de carros ou de aparelhos de som que carregam.
Bebem muito e depois saem demolindo tudo.
O parque Campolim, depois de muita briga dos moradores do bairro, agora tem policiamento, mas nós aqui ainda não.
Quando será que essas pessoas perceberão que o que destroem é de todos?
É da coletividade?
Que viveremos num enorme lixão no que depender deles?
Ou eles, como aquele deputado, estão se lixando para tudo?
Sou a favor da pena de horas de serviço comunitário, vigiada por policiais.
Fico chocada com a falta de amor a qualquer coisa, com a falta de educação, de consideração.
Para essas pessoas o mundo se resume ao seu umbigo. Sujo!
A super mulher...
... morreu de estresse!
Portanto decidi que não quero ser nem perto de super.
Uma coisa de cada vez e a gente chega lá.
Portanto decidi que não quero ser nem perto de super.
Uma coisa de cada vez e a gente chega lá.
Segunda-feira, Maio 11, 2009
Pequenas alegrias que fazem toda a diferença na vida
O dia das mães foi bom.
Tenho o privilégio de passá-lo com minha mãe e isso é realmente um grande presente para nós duas.
Almoço na casa do irmão com a familia dele, meu filho, minha tia, os sogros do irmã e a cunhada.
Mais tarde amigos.
Hoje um dia tranquilo.
Passear o cachorro na luz do entardecer é uma delicia. Fica tudo de uma cor meio irreal.
Temperatura perfeita.
Agora falei com minha filha.
Feliz feliz feliz porque a avó francesa e a tia foram até o navio, conheceram tudo, se orgulham da conquista dela como eu me orgulho.
Minha sogra se orgulha de meus filhos por serem os netos "que deram certo".
Isso é uma massagem e tanto nos nossos egos.
Agora vou dar aula e life goes on.
Sem extremos, apenas no caminho certo.
Tenho o privilégio de passá-lo com minha mãe e isso é realmente um grande presente para nós duas.
Almoço na casa do irmão com a familia dele, meu filho, minha tia, os sogros do irmã e a cunhada.
Mais tarde amigos.
Hoje um dia tranquilo.
Passear o cachorro na luz do entardecer é uma delicia. Fica tudo de uma cor meio irreal.
Temperatura perfeita.
Agora falei com minha filha.
Feliz feliz feliz porque a avó francesa e a tia foram até o navio, conheceram tudo, se orgulham da conquista dela como eu me orgulho.
Minha sogra se orgulha de meus filhos por serem os netos "que deram certo".
Isso é uma massagem e tanto nos nossos egos.
Agora vou dar aula e life goes on.
Sem extremos, apenas no caminho certo.
Sábado, Maio 09, 2009
Viva Espanha!
Minha filha perdeu o celular numa loja em Vigo. Mas não percebeu que havia perdido.
Ai eu liguei pro celular dela e uma espanhola atendeu. Achei estranho e desliguei.
Dali a pouco o meu celular toca e é o numero da minha filha mas quem fala comigo é a espanhola vendedora da loja. Explico que minha filha trabalha no navio e a moça diz que vai procurar entregar.
Não muito tempo depois me liga uma policial e pegou todos os dados da minha filha (em ingles porque meu espanhol é péssimo) e foi até o navio e entregou o celular a ela.
Em menos de meia hora entre o momento que eu liguei pela primeira vez ela já estava com o celular na mão.
É um celular Motorola velho, com a tela rachada, aqui no Brasil acho muito dificil que alguém tivesse a preocupação de encontrar o proprietário.
Fiquei emocionada porque apesar das ligações serem muito caras minha filha me manda torpedos avisando quando estará on line ou a que horas que posso ligar no navio depois que ela termina o turno dela.
Eu estou com muita saudade dela. Muita e me emocionou muito a delicadeza tanto da vendedora quanto da policial.
Existem periodos na vida da gente que as delicadezas valem mais que qualquer coisa.
Ai eu liguei pro celular dela e uma espanhola atendeu. Achei estranho e desliguei.
Dali a pouco o meu celular toca e é o numero da minha filha mas quem fala comigo é a espanhola vendedora da loja. Explico que minha filha trabalha no navio e a moça diz que vai procurar entregar.
Não muito tempo depois me liga uma policial e pegou todos os dados da minha filha (em ingles porque meu espanhol é péssimo) e foi até o navio e entregou o celular a ela.
Em menos de meia hora entre o momento que eu liguei pela primeira vez ela já estava com o celular na mão.
É um celular Motorola velho, com a tela rachada, aqui no Brasil acho muito dificil que alguém tivesse a preocupação de encontrar o proprietário.
Fiquei emocionada porque apesar das ligações serem muito caras minha filha me manda torpedos avisando quando estará on line ou a que horas que posso ligar no navio depois que ela termina o turno dela.
Eu estou com muita saudade dela. Muita e me emocionou muito a delicadeza tanto da vendedora quanto da policial.
Existem periodos na vida da gente que as delicadezas valem mais que qualquer coisa.
Sexta-feira, Maio 08, 2009
adorei a resposta
Kirstie Allen, atriz americana, entrevistada pela Oprah falava de como havia emagrecido 35 kg e depois recuperou tudo de novo.
Falava de como se sentia desapontada consigo mesma, e tudo com muito humor porque definitivamente ela é muito engraçada.
Lá pelas tantas ela fala que já estava colocando em prática um método seu mesmo de emagrecimento e que já havia perdido 9 kg mas que iria perder mais. E ai a Oprah pergunta se ela se deu um prazo para perder os quilos restantes e ela responde muito séria: - Ainda nessa vida!
Adorei!
Falava de como se sentia desapontada consigo mesma, e tudo com muito humor porque definitivamente ela é muito engraçada.
Lá pelas tantas ela fala que já estava colocando em prática um método seu mesmo de emagrecimento e que já havia perdido 9 kg mas que iria perder mais. E ai a Oprah pergunta se ela se deu um prazo para perder os quilos restantes e ela responde muito séria: - Ainda nessa vida!
Adorei!
Quarta-feira, Maio 06, 2009
Onde foi parar a educação?
Uma amiga pediu um favor e eu prontamente atendi.
Não o fiz para ser reconhecida mas na minha velha cartilha aprendi que deve-se agradecer qualquer gesto que as pessoas tenham para conosco.
A pessoa nem sequer fez menção de agradecer.
Dei alta para o psiquiatra porque ele nem olhava na minha cara.
Uma amiga me indicou outro, marquei hora e fui para descobrir que esse também não olha na cara dos pacientes.
Acho que se alguém perguntar a ele a cor do meu cabelo 5 minutos depois de eu ter saido de lá ele não saberia dizer.
Olhar nos olhos do paciente e dedicar a ele 5 minutos de atenção além de ser algo que deveria fazer parte da profissão dele é uma questão de educação.
Estou ficando velha, muito velha.
Não sei viver nesse mundo!
Não o fiz para ser reconhecida mas na minha velha cartilha aprendi que deve-se agradecer qualquer gesto que as pessoas tenham para conosco.
A pessoa nem sequer fez menção de agradecer.
Dei alta para o psiquiatra porque ele nem olhava na minha cara.
Uma amiga me indicou outro, marquei hora e fui para descobrir que esse também não olha na cara dos pacientes.
Acho que se alguém perguntar a ele a cor do meu cabelo 5 minutos depois de eu ter saido de lá ele não saberia dizer.
Olhar nos olhos do paciente e dedicar a ele 5 minutos de atenção além de ser algo que deveria fazer parte da profissão dele é uma questão de educação.
Estou ficando velha, muito velha.
Não sei viver nesse mundo!
Bagagem
As únicas coisas que levamos pela vida inteira são o afeto que temos por algumas pessoas e nossas lembranças.
Hoje conversando com minha mãe e nos lembravamos de viagens ótimas que fizemos.
Lugares incriveis que conhecemos, paisagens que vimos, pessoas que conhecemos.
O tanto que nossa memória sobreviva isso não sai de dentro de nós.
Conheço gente que se apega a dinheiro, a empregos infelizes, a uma falsa sensação de segurança por aquilo que acha que tem de material.
Claro, para sairmos por ai temos que ter um mínimo de dinheiro mas ninguém precisa viajar de primeira classe, ficar em hoteis 5 estrelas.
Isso é bom? Claro que é!
Mas se a gente não pode existem meios mais baratos.
Quando eu tinha entre 17 e 21 anos viajei muito de carona.
Claro que hoje isso é impossivel para os jovens por causa do perigo. Era perigoso já naquela época mas a minha inconsciencia me levava e meu anjo da guarda me protegia.
Uma vez com mais 1 amiga e 2 amigos fomos de Bertioga ao Rio, por uma Rio-Santos ainda em construção, de carona.
Fomos de caminhão, de carro, e iamos parando onde achavamos bonito. Acampavamos.
Quando chegamos ao Rio, que deveria ser nosso ponto final, resolvemos ir até Cabo Frio.
E depois voltamos de onibus para SP.
A gente sempre fazia essas viagens malucas nas férias de julho porque não tinha tanta gente e conseguiamos gastar bem pouco.
Acho que vem daí o gene "globetrotter" da minha filha.
E se posso desejar algo a meu filho é que assim que ele termine a faculdade caia na estrada e vá conhecer o mundo antes que as responsabilidades da vida adulta o obriguem a só tirar férias quando o chefe permite.
Hoje conversando com minha mãe e nos lembravamos de viagens ótimas que fizemos.
Lugares incriveis que conhecemos, paisagens que vimos, pessoas que conhecemos.
O tanto que nossa memória sobreviva isso não sai de dentro de nós.
Conheço gente que se apega a dinheiro, a empregos infelizes, a uma falsa sensação de segurança por aquilo que acha que tem de material.
Claro, para sairmos por ai temos que ter um mínimo de dinheiro mas ninguém precisa viajar de primeira classe, ficar em hoteis 5 estrelas.
Isso é bom? Claro que é!
Mas se a gente não pode existem meios mais baratos.
Quando eu tinha entre 17 e 21 anos viajei muito de carona.
Claro que hoje isso é impossivel para os jovens por causa do perigo. Era perigoso já naquela época mas a minha inconsciencia me levava e meu anjo da guarda me protegia.
Uma vez com mais 1 amiga e 2 amigos fomos de Bertioga ao Rio, por uma Rio-Santos ainda em construção, de carona.
Fomos de caminhão, de carro, e iamos parando onde achavamos bonito. Acampavamos.
Quando chegamos ao Rio, que deveria ser nosso ponto final, resolvemos ir até Cabo Frio.
E depois voltamos de onibus para SP.
A gente sempre fazia essas viagens malucas nas férias de julho porque não tinha tanta gente e conseguiamos gastar bem pouco.
Acho que vem daí o gene "globetrotter" da minha filha.
E se posso desejar algo a meu filho é que assim que ele termine a faculdade caia na estrada e vá conhecer o mundo antes que as responsabilidades da vida adulta o obriguem a só tirar férias quando o chefe permite.
Segunda-feira, Maio 04, 2009
Gosh, I wish I was there
o mes de maio
Uma aluna hoje comentou que estamos quase no meio do ano e que ela não viu esse tempo passar.Ficamos um pouco naquela conversa de que hoje em dia mal começa o ano e já temos a impressão de estar no natal.
Para mim é sempre uma impressão de que eu quero mais é que o amanhã chegue.
Eu sei, isso é viver num estado de eterna ansiedade mas é mais ou menos assim que as coisas tem sido para mim desde de sempre.
Me lembro que uma vez uma amigo me disse que isso era péssimo porque por eu viver sempre esperando o amanhã não aproveito o hoje.
ELe me disse isso há 20 anos.
Tive "hojes" que realmente aproveitei.
Tenho alguns poucos dias que posso dizer que são relativamente bons.
Mas sinceramente anseio por um hoje que eu possa me dizer satisfeita. Realmente satisfeita.
Há muito tempo que as coisas estão num estado que só me fazem esperar que amanhã seja melhor, mais divertido, mais animado.
Para mim é sempre uma impressão de que eu quero mais é que o amanhã chegue.
Eu sei, isso é viver num estado de eterna ansiedade mas é mais ou menos assim que as coisas tem sido para mim desde de sempre.
Me lembro que uma vez uma amigo me disse que isso era péssimo porque por eu viver sempre esperando o amanhã não aproveito o hoje.
ELe me disse isso há 20 anos.
Tive "hojes" que realmente aproveitei.
Tenho alguns poucos dias que posso dizer que são relativamente bons.
Mas sinceramente anseio por um hoje que eu possa me dizer satisfeita. Realmente satisfeita.
Há muito tempo que as coisas estão num estado que só me fazem esperar que amanhã seja melhor, mais divertido, mais animado.
Filhotes
Patrick reclama que não ponho foto dele aqui, mas ele só tira foto fazendo careta.
Essa é velha mas ele tá lindo.

E a mais nova foto da Marie é de deixar os marmanjos babando.

Eu sou coruja sim, mas convenhamos, eu posso ser! rs
Essa é velha mas ele tá lindo.

E a mais nova foto da Marie é de deixar os marmanjos babando.

Eu sou coruja sim, mas convenhamos, eu posso ser! rs
Sábado, Maio 02, 2009
Comida japonesa
Meu irmão veio ontem nos visitar e fomos almoçar num restaurante japones.
Na verdade fomos ao meu restaurante favorito.
Nossa, como eu gosto de comida japonesa. Acho que poderia comer aquilo todos os dias porque há tanta variedade de produtos e maneiras de preparo que fazem tudo ser delicioso.
Quer dizer, quase tudo porque não gosto daqueles doces de feijão...rs
Sempre que vou a um restaurante japones me lembro do que íamos em Paris, numa ruazinha perto da Opera.
O dono era o sushiman e sempre arrumava um cantinho para a gente no balcão. Ele dizia que gostava da gente porque nós não nos recusavamos a experimentar nada. E ele ia jogando coisas na nossa frente e a gente provava.
O cara mal e mal falava frances, a comunicação era mais na base do gesto.
Uma noite nós ficamos até o fechamento, e ele colocando na nossa frente aqueles pratos que não sabiamos do que eram feitos, nem os nomes.
Me lembro dum treco que vinha num pratinho minusculo e que parecia que tinha um olho em cima. Aquele treco olhando pra mim e eu em dúvida se comia ou não.
Eric me serviu de saquê e eu engoli o olho com o japones olhando pra minha cara e rindo muito.
O gosto? De nada! Não tinha gosto! Não era ruim, nem bom! Mas devo dizer que não mastiguei, só engoli! rs
Nessa noite ficamos até muito tarde tomando saque com o japones e tomamos um porre fenomenal.
E estavamos de moto.
Ai resolvemos dar voltas a pé no quarteirão pra passar o porre. Iamos Eric e eu e o japones dando voltas e mais voltas no quarteirão e rolando de rir os tres.
Por fim o japones foi embora e Eric foi empurrando moto comigo caminhando ao lado até um café onde ficamos mais umas duas horas.
Rindo!
Meus filhos estavam na fazenda com minha sogra e nós podiamos nos dar ao luxo dessas pequenas loucuras.
Durante anos nós lembravamos do porre de saque e das voltas no quarteirão abraçados ao japones de quem nós nunca soubemos o nome.
Na verdade fomos ao meu restaurante favorito.
Nossa, como eu gosto de comida japonesa. Acho que poderia comer aquilo todos os dias porque há tanta variedade de produtos e maneiras de preparo que fazem tudo ser delicioso.
Quer dizer, quase tudo porque não gosto daqueles doces de feijão...rs
Sempre que vou a um restaurante japones me lembro do que íamos em Paris, numa ruazinha perto da Opera.
O dono era o sushiman e sempre arrumava um cantinho para a gente no balcão. Ele dizia que gostava da gente porque nós não nos recusavamos a experimentar nada. E ele ia jogando coisas na nossa frente e a gente provava.
O cara mal e mal falava frances, a comunicação era mais na base do gesto.
Uma noite nós ficamos até o fechamento, e ele colocando na nossa frente aqueles pratos que não sabiamos do que eram feitos, nem os nomes.
Me lembro dum treco que vinha num pratinho minusculo e que parecia que tinha um olho em cima. Aquele treco olhando pra mim e eu em dúvida se comia ou não.
Eric me serviu de saquê e eu engoli o olho com o japones olhando pra minha cara e rindo muito.
O gosto? De nada! Não tinha gosto! Não era ruim, nem bom! Mas devo dizer que não mastiguei, só engoli! rs
Nessa noite ficamos até muito tarde tomando saque com o japones e tomamos um porre fenomenal.
E estavamos de moto.
Ai resolvemos dar voltas a pé no quarteirão pra passar o porre. Iamos Eric e eu e o japones dando voltas e mais voltas no quarteirão e rolando de rir os tres.
Por fim o japones foi embora e Eric foi empurrando moto comigo caminhando ao lado até um café onde ficamos mais umas duas horas.
Rindo!
Meus filhos estavam na fazenda com minha sogra e nós podiamos nos dar ao luxo dessas pequenas loucuras.
Durante anos nós lembravamos do porre de saque e das voltas no quarteirão abraçados ao japones de quem nós nunca soubemos o nome.
As encrencas que a gente arruma
Eu amo o Jack! Amo!
Mas não posso viajar por causa dele. Não tenho quem cuide.
Não conheço hotelzinho que seja de confiança. Sinceramente não tenho coragem de colocar em qualquer lugar porque o bicho não fala. Ele não vai reclamar ou me contar maus tratos.
Acho que a partir do momento que fui lá e comprei a responsabilidade e minha. Ele não pediu para vir morar aqui.
É como filho. Você arrumou agora aguente!
Me indicaram uma moça que ficaria com ele na casa dela, e ai eu não tenho carro pra levá-lo até lá, (é em Taboão da Serra) e ela não vem buscar.
Tenho convites para ir para Caldas Novas, para Ubatuba, para um monte de lugares e estou presa pela mãe (que se recusa a ir para a casa do meu irmão) e pelo cachorro.
A mãe eu até posso forçar, o cachorro não tem jeito.
Ai eu me pergunto: quando vai chegar a minha vez?
Quem sabe quando eu estiver com 70 anos eu consiga ter um pouco de vida!
Enfim, quem arrumou a encrenca que cuide né?
Mas não posso viajar por causa dele. Não tenho quem cuide.
Não conheço hotelzinho que seja de confiança. Sinceramente não tenho coragem de colocar em qualquer lugar porque o bicho não fala. Ele não vai reclamar ou me contar maus tratos.
Acho que a partir do momento que fui lá e comprei a responsabilidade e minha. Ele não pediu para vir morar aqui.
É como filho. Você arrumou agora aguente!
Me indicaram uma moça que ficaria com ele na casa dela, e ai eu não tenho carro pra levá-lo até lá, (é em Taboão da Serra) e ela não vem buscar.
Tenho convites para ir para Caldas Novas, para Ubatuba, para um monte de lugares e estou presa pela mãe (que se recusa a ir para a casa do meu irmão) e pelo cachorro.
A mãe eu até posso forçar, o cachorro não tem jeito.
Ai eu me pergunto: quando vai chegar a minha vez?
Quem sabe quando eu estiver com 70 anos eu consiga ter um pouco de vida!
Enfim, quem arrumou a encrenca que cuide né?
Sexta-feira, Maio 01, 2009
1º maio de 1994
Conheci Ayrton Senna pessoalmente.
Durante um curtissimo espaço de tempo ele e meu irmão estiveram próximos por conta do kart.
Meu irmão parou, ele continuou e foi o campeão que todos conhecemos.
Uma vez, ainda garoto, ele foi a minha casa. Ultra timido, ficou num canto e logo foi embora.
Anos depois, numa viagem a Monaco com meu marido para assistir ao grande premio encontramos com ele no dia seguinte da vitória, por acaso estavamos almoçando num restaurante pequenininho e ele foi com um amigo almoçar lá também.
Na Europa o povo é civilizado com celebridades, então todo mundo olha mas ninguém vai em cima, no máximo pedem autografo.
Eu fui pedir o meu e ele falou que eu parecia conhecida e então lembrei que ele havia conhecido meu irmão e que tinha ido a minha casa.
Ele se lembrou. Foi super gentil, carinhoso, pediu noticias da minha familia e até nos convidou para sentar com ele e o amigo, o que nós, claro, recusamos.
O que fazia de Ayrton Senna uma pessoa especial não era apenas a genialidade na sua profissão. Ele era a gentileza personificada.
Nunca o sucesso lhe subiu a cabeça.
Nunca!
Ele tinha a mesma gentileza e educação com todas a pessoas independentemente da classe social, da situação financeira.
Todos os jornalistas que o entrevistaram sempre disseram isso.
Quando uma pessoa era inconveniente ele nunca a mal tratava, ou era rude. Nunca.
Ele apenas ficava muito sério e se calava.
Pessoas especias são feitas desse material.
Pena que no mundo existam tão poucas.
Durante um curtissimo espaço de tempo ele e meu irmão estiveram próximos por conta do kart.
Meu irmão parou, ele continuou e foi o campeão que todos conhecemos.
Uma vez, ainda garoto, ele foi a minha casa. Ultra timido, ficou num canto e logo foi embora.
Anos depois, numa viagem a Monaco com meu marido para assistir ao grande premio encontramos com ele no dia seguinte da vitória, por acaso estavamos almoçando num restaurante pequenininho e ele foi com um amigo almoçar lá também.
Na Europa o povo é civilizado com celebridades, então todo mundo olha mas ninguém vai em cima, no máximo pedem autografo.
Eu fui pedir o meu e ele falou que eu parecia conhecida e então lembrei que ele havia conhecido meu irmão e que tinha ido a minha casa.
Ele se lembrou. Foi super gentil, carinhoso, pediu noticias da minha familia e até nos convidou para sentar com ele e o amigo, o que nós, claro, recusamos.
O que fazia de Ayrton Senna uma pessoa especial não era apenas a genialidade na sua profissão. Ele era a gentileza personificada.
Nunca o sucesso lhe subiu a cabeça.
Nunca!
Ele tinha a mesma gentileza e educação com todas a pessoas independentemente da classe social, da situação financeira.
Todos os jornalistas que o entrevistaram sempre disseram isso.
Quando uma pessoa era inconveniente ele nunca a mal tratava, ou era rude. Nunca.
Ele apenas ficava muito sério e se calava.
Pessoas especias são feitas desse material.
Pena que no mundo existam tão poucas.


