Quarta-feira, Setembro 30, 2009
Bondade
O casal de velhos na frente do Incor no bairro do Campolim estava visivelmente perdido.
Caminhavam um pouco ladeira acima, mudavam de idéia e desciam em direção a avenida.
O velho tinha nas mãos um grande envelope com o logotipo de um laboratório de análises nas mãos. Provavelmente resultado de exames.
Bem na esquina uma senhora entra num carro.
Enquanto espero Jack examinar cuidadosamente presencio a cena.
O velho pergunta, com fala enrolada, cansada, se o hospital regional fica muito longe.
A senhora de dentro do carro responde que sim.
O velho então pergunta que onibus pode deixá-lo lá perto.
Moro aqui faz tempo e sei que o onibus o deixaria há pelo menos um quilometro do hospital e o velho parece realmente cansado.
A senhora do carro fala pra eles: "Entrem que eu os levo".
O velho olha assustado pra ela mas ela insiste - "não me custa nada, o senhor está cansado e eu estou de carro".
Eles entraram no carro e foram embora com a mulher.
Não sei se ela ia mesmo para aquele lado mas de qualquer forma foi um gesto lindo.
As vezes um gesto pequeno, algo que para nós pode ser muito pouco pode fazer a diferença na vida de alguém.
Caminhavam um pouco ladeira acima, mudavam de idéia e desciam em direção a avenida.
O velho tinha nas mãos um grande envelope com o logotipo de um laboratório de análises nas mãos. Provavelmente resultado de exames.
Bem na esquina uma senhora entra num carro.
Enquanto espero Jack examinar cuidadosamente presencio a cena.
O velho pergunta, com fala enrolada, cansada, se o hospital regional fica muito longe.
A senhora de dentro do carro responde que sim.
O velho então pergunta que onibus pode deixá-lo lá perto.
Moro aqui faz tempo e sei que o onibus o deixaria há pelo menos um quilometro do hospital e o velho parece realmente cansado.
A senhora do carro fala pra eles: "Entrem que eu os levo".
O velho olha assustado pra ela mas ela insiste - "não me custa nada, o senhor está cansado e eu estou de carro".
Eles entraram no carro e foram embora com a mulher.
Não sei se ela ia mesmo para aquele lado mas de qualquer forma foi um gesto lindo.
As vezes um gesto pequeno, algo que para nós pode ser muito pouco pode fazer a diferença na vida de alguém.
Terça-feira, Setembro 29, 2009
Mau humor rima com dor
Dor nas costas! Muita! Demais!
Daquelas que nem dorflex da jeito.
Mau humor!
Muito! Demais!
Dinheiro pra receber que não entra, contas pra pagar que não falham. Falta de tradução.
Quando acaba setembro eu quero que passe logo, quero chegar em dezembro, quero que o ano acabe.
Ansiosa eu?
Daquelas que nem dorflex da jeito.
Mau humor!
Muito! Demais!
Dinheiro pra receber que não entra, contas pra pagar que não falham. Falta de tradução.
Quando acaba setembro eu quero que passe logo, quero chegar em dezembro, quero que o ano acabe.
Ansiosa eu?
Segunda-feira, Setembro 28, 2009
Life goes on
Sempre que morre alguém conhecido ainda jovem a gente lástima mais, o que é um absurdo!
Porque não importa se alguém viveu 10 anos ou 100 o que vale é como esses anos foram vividos. O quanto a pessoa aproveitou a vida.
Aproveitar a vida também tem significados diferentes para cada um.
Hoje morreu uma amiga.
Não posso dizer que fossemos muito amigas, mas tinhamos (temos) um objetivo em comum, isso nos fazia amigas.
Não fui ao enterro. Não faria diferença para ela, ou para as filhas dela, ou para qualquer pessoa de sua familia.
Eles mal sabem da minha existencia mas o que importa nisso tudo é que ela viveu para ver parte da obra que ela ajudou seu marido a criar, florescer, dar frutos.
Viveu para ver suas filhas se tornarem mulheres e mães.
Viveu no significado pleno da palavra e pode ir embora tranquilamente.
Fará falta, sem dúvida. Mas cumpriu seu papel aqui na Terra com coragem.
Porque não importa se alguém viveu 10 anos ou 100 o que vale é como esses anos foram vividos. O quanto a pessoa aproveitou a vida.
Aproveitar a vida também tem significados diferentes para cada um.
Hoje morreu uma amiga.
Não posso dizer que fossemos muito amigas, mas tinhamos (temos) um objetivo em comum, isso nos fazia amigas.
Não fui ao enterro. Não faria diferença para ela, ou para as filhas dela, ou para qualquer pessoa de sua familia.
Eles mal sabem da minha existencia mas o que importa nisso tudo é que ela viveu para ver parte da obra que ela ajudou seu marido a criar, florescer, dar frutos.
Viveu para ver suas filhas se tornarem mulheres e mães.
Viveu no significado pleno da palavra e pode ir embora tranquilamente.
Fará falta, sem dúvida. Mas cumpriu seu papel aqui na Terra com coragem.
Domingo, Setembro 27, 2009
fim de semana
Fim de semana com meus dois filhos em casa, aniversario da amigona, dias de sol, calorzinho.
Hoje vamos almoçar no japa.
Se melhorar estraga.
Hoje vamos almoçar no japa.
Se melhorar estraga.
Quarta-feira, Setembro 23, 2009
Lição da vida
Quando você paga para alguém te fazer algo e a pessoa faz merda você pode reclamar, exigir reparação; quando você pede um favor e a pessoa faz merda você tem que engolir o ódio de ter pedido o favor e reconhecer que deveria ter pago.
Se ódio matasse eu estava morta e enterrada.
Ódio de mim por ser burra e pedir favor.
Se ódio matasse eu estava morta e enterrada.
Ódio de mim por ser burra e pedir favor.
Terça-feira, Setembro 22, 2009
Patrick
Patrick reclama, com razão, que eu "só"falo da Marie no bloggi.
Mas hoje eu vou falar dele. Como grande coruja que todo mundo sabe que eu sou tenho um imenso, imenso orgulho do homem que meu filho é.
Ele sempre foi bom. Mas daquela bondade de chamar a atenção dos outros. Sempre foi o amigo sincero que todos querem por perto.
Sempre,sempre foi o garoto esperto e inteligente, sem contar o bom humor (menos quando acorda).
Quando tinha 3 anos cantava o hino da França, inteiro, coisa que muito adulto não consegue.
Meu sogro adorava colocá-lo em pé em cima da mesa do escritório e chamar os funcionários para ouvi-lo.
Sempre foi bom aluno. Outra coisa que enchia meu sogro de orgulho porque todos os outros netos nunca foram grandes amigos dos estudos.
Patrick nunca foi criança de fazer birra, de se jogar no chão, de exigir as coisas.
Tivemos nossas crises de adolescencia mas realmente foi pouca coisa.
Meu filho sempre sempre foi um super amigo, companheiro.
Hoje ele recebeu um elogio muito lindo no trabalho e me deixou ainda mais orgulhosa.
Mas o que quero que ele saiba é que eu tenho orgulho dele independente do que ele queira fazer como profissão.
Tenho orgulho dele independente do fato de ser engenheiro ou marceneiro.
Tenho orgulho do homem de caráter, honesto, bom, independente, feliz que é.
Tenho orgulho do cidadão responsável, do irmão amoroso, do neto carinhoso e preocupado.
Eu fui abençoada com filhos bons. Filhos de personalidades completamente diferentes mas não menos interessantes.
Só posso me orgulhar dos seres Humanos que gerei.
Mas hoje eu vou falar dele. Como grande coruja que todo mundo sabe que eu sou tenho um imenso, imenso orgulho do homem que meu filho é.
Ele sempre foi bom. Mas daquela bondade de chamar a atenção dos outros. Sempre foi o amigo sincero que todos querem por perto.
Sempre,sempre foi o garoto esperto e inteligente, sem contar o bom humor (menos quando acorda).
Quando tinha 3 anos cantava o hino da França, inteiro, coisa que muito adulto não consegue.
Meu sogro adorava colocá-lo em pé em cima da mesa do escritório e chamar os funcionários para ouvi-lo.
Sempre foi bom aluno. Outra coisa que enchia meu sogro de orgulho porque todos os outros netos nunca foram grandes amigos dos estudos.
Patrick nunca foi criança de fazer birra, de se jogar no chão, de exigir as coisas.
Tivemos nossas crises de adolescencia mas realmente foi pouca coisa.
Meu filho sempre sempre foi um super amigo, companheiro.
Hoje ele recebeu um elogio muito lindo no trabalho e me deixou ainda mais orgulhosa.
Mas o que quero que ele saiba é que eu tenho orgulho dele independente do que ele queira fazer como profissão.
Tenho orgulho dele independente do fato de ser engenheiro ou marceneiro.
Tenho orgulho do homem de caráter, honesto, bom, independente, feliz que é.
Tenho orgulho do cidadão responsável, do irmão amoroso, do neto carinhoso e preocupado.
Eu fui abençoada com filhos bons. Filhos de personalidades completamente diferentes mas não menos interessantes.
Só posso me orgulhar dos seres Humanos que gerei.
Segunda-feira, Setembro 21, 2009
O duro caminho do reconhecimento....
A palavra em si já diz "re-conhecer" ou seja conhecer de novo, ou seja a gente já conhecia, já sabia e esqueceu. Ou deixou pra lá. Ou fez que esqueceu mas ficou convivendo com a brasa encoberta ali, atormentando.
Tem um ditado que diz que a gente aprende até a viver com um espinho no pé, porque a gente adapta o andar pra não sentir a dor.
Depois de um tempo a gente está tão acostumada com aquilo que passou a ser parte da gente.
E um dia você precisa reconhecer que o espinho está ali e que ele precisa sair.
Estava no banho e de repente pensei que da outra vez que fiz Meta Real, eu havia emagrecido 18 kg no mesmo periodo que fiz até agora, e dessa vez só emagreci 9.
Estacionei comodamente nisso.
Podia dar quinhentas desculpas: dessa vez estou mais velha, o corpo já não responde tão bem, blá blá blá whiskas sachet.
A dure realidade dos fatos é que da outra vez eu havia chegado naquilo que considerava o fundo do poço.
E por sentir que estava no fundo eu só via o caminho para cima.
Dessa vez eu me sentia na metade do poço e talvez por isso esteja me empenhando menos.
O engraçado da coisa é que dá outra vez o fundo do poço era um peso menor do que aquele que eu apresento hoje, 9 kg mais magra, e sem me sentir no fundo.
Reconhecer isso é triste.
É duro.
Reconhecer que estendi meu limite de fundo do poço pra poder ver se ia um pouquinho mais fundo.
E claro que isso não diz respeito só a peso.
Significa que aumentei meu limite de fundo pra outras coisas importantes na minha vida.
Mas a luz acendeu!
Não cheguei no fundo (inexistente) do poço mas vi a luz.
Só preciso de coragem pra ir atrás dela, pra sair de vez do poço, pra salvar minha própria vida das minhas desculpas esfarrapadas.
Um dos grandes passos que dei, nesses dias, foi não ceder a chantagens. Não sucumbir a "culpas"imaginárias que tentaram me impor.
Venci uma batalha.
Posso vencer a guerra.
Um dia de cada vez!
Tem um ditado que diz que a gente aprende até a viver com um espinho no pé, porque a gente adapta o andar pra não sentir a dor.
Depois de um tempo a gente está tão acostumada com aquilo que passou a ser parte da gente.
E um dia você precisa reconhecer que o espinho está ali e que ele precisa sair.
Estava no banho e de repente pensei que da outra vez que fiz Meta Real, eu havia emagrecido 18 kg no mesmo periodo que fiz até agora, e dessa vez só emagreci 9.
Estacionei comodamente nisso.
Podia dar quinhentas desculpas: dessa vez estou mais velha, o corpo já não responde tão bem, blá blá blá whiskas sachet.
A dure realidade dos fatos é que da outra vez eu havia chegado naquilo que considerava o fundo do poço.
E por sentir que estava no fundo eu só via o caminho para cima.
Dessa vez eu me sentia na metade do poço e talvez por isso esteja me empenhando menos.
O engraçado da coisa é que dá outra vez o fundo do poço era um peso menor do que aquele que eu apresento hoje, 9 kg mais magra, e sem me sentir no fundo.
Reconhecer isso é triste.
É duro.
Reconhecer que estendi meu limite de fundo do poço pra poder ver se ia um pouquinho mais fundo.
E claro que isso não diz respeito só a peso.
Significa que aumentei meu limite de fundo pra outras coisas importantes na minha vida.
Mas a luz acendeu!
Não cheguei no fundo (inexistente) do poço mas vi a luz.
Só preciso de coragem pra ir atrás dela, pra sair de vez do poço, pra salvar minha própria vida das minhas desculpas esfarrapadas.
Um dos grandes passos que dei, nesses dias, foi não ceder a chantagens. Não sucumbir a "culpas"imaginárias que tentaram me impor.
Venci uma batalha.
Posso vencer a guerra.
Um dia de cada vez!
Domingo, Setembro 20, 2009
É tudo rápido demais
Amanhã já faz uma semana que a Marie voltou!
Quer dizer, hoje mas eu ainda não dormi então pra mim ainda é sábado.
É engraçado tê-la em casa depois de 8 meses de ausencia, porque a gente sente falta mas se habitua.
Dizem que precisamos de 30 dias consecutivos para algo virar um hábito e isso é verdade para a ausencia também.
Mas não para a saudade. Porque eu estou há 13 anos sem o Eric e ele ainda me faz falta.
Mas reconheço que se por um milagre ele aparecesse eu teria que novamente me habituar a viver com ele.
Acho que por isso é dificil alguém se casar depois de muitos anos solteiro. A gente se habitua em ser só, em decidir as coisas só.
A gente se habitua com a rotina da sozinhez, que é diferente de solidão.
Sozinhez pra mim é o fato de se estar só mas não solitário.
Gosto de sozinhez e as vezes até da solidão.
Mesmo quando era casada as vezes eu precisava de um tempo sozinha e Eric sempre entendeu isso. Quando eu precisava desse tempo ele pegava as crianças e viajava com elas, quando era possível, quando não era pelo menos algumas horas sozinha eu tinha.
Da mesma forma eu entendia os programas dele que não me incluiam como treinos intermináveis de arco e flecha ou alguns dias na montanha para esquiar.
Acredito que é uma das coisas que faz um casamento dar certo - independencia!
Viver junto mas não ter a obrigação de fazer tudo junto.
Enfim... isso já faz tempo!
Quer dizer, hoje mas eu ainda não dormi então pra mim ainda é sábado.
É engraçado tê-la em casa depois de 8 meses de ausencia, porque a gente sente falta mas se habitua.
Dizem que precisamos de 30 dias consecutivos para algo virar um hábito e isso é verdade para a ausencia também.
Mas não para a saudade. Porque eu estou há 13 anos sem o Eric e ele ainda me faz falta.
Mas reconheço que se por um milagre ele aparecesse eu teria que novamente me habituar a viver com ele.
Acho que por isso é dificil alguém se casar depois de muitos anos solteiro. A gente se habitua em ser só, em decidir as coisas só.
A gente se habitua com a rotina da sozinhez, que é diferente de solidão.
Sozinhez pra mim é o fato de se estar só mas não solitário.
Gosto de sozinhez e as vezes até da solidão.
Mesmo quando era casada as vezes eu precisava de um tempo sozinha e Eric sempre entendeu isso. Quando eu precisava desse tempo ele pegava as crianças e viajava com elas, quando era possível, quando não era pelo menos algumas horas sozinha eu tinha.
Da mesma forma eu entendia os programas dele que não me incluiam como treinos intermináveis de arco e flecha ou alguns dias na montanha para esquiar.
Acredito que é uma das coisas que faz um casamento dar certo - independencia!
Viver junto mas não ter a obrigação de fazer tudo junto.
Enfim... isso já faz tempo!
Quarta-feira, Setembro 16, 2009
Novela argh!
Eu tento, até assisti ao primeiro capítulo dessa nova novela e o que a gente sente?
Já viu tudo isso antes.
O galã é velho, a mocinha tem um sotaque insuportável.
A menina mimada é igual a todas as meninas mimadas.
O melhor do primeiro capitulo foi sem dúvida a Lilia Cabral e a paisagem de Búzios.
Não vou assistir.
A gente vive novela todos os dias, a vida de cada um de nós daria uma novela.
De alguns uma novela tragica, de outros uma novela engraçada, outros ainda uma novela muito chata, mas a vida é a maior das novelas.
Prefiro os seriados americanos como Grey´s Anatomy, afinal, minha vida não se parece em nada com as deles...rs
Já viu tudo isso antes.
O galã é velho, a mocinha tem um sotaque insuportável.
A menina mimada é igual a todas as meninas mimadas.
O melhor do primeiro capitulo foi sem dúvida a Lilia Cabral e a paisagem de Búzios.
Não vou assistir.
A gente vive novela todos os dias, a vida de cada um de nós daria uma novela.
De alguns uma novela tragica, de outros uma novela engraçada, outros ainda uma novela muito chata, mas a vida é a maior das novelas.
Prefiro os seriados americanos como Grey´s Anatomy, afinal, minha vida não se parece em nada com as deles...rs
Domingo, Setembro 13, 2009
Ela voltou!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Os dois irmãos safadinhos me enganaram direitinho!
Ela desembarcou ontem em Copenhagem, e ontem ela conversando comigo pelo skype na maior cara de pau me dizendo que só ia desembarcar dia 22.
Hoje o irmão me fala que vai ajudar um amigo a tarde, e eu nem pensei no assunto.
Oito horas da noite ele me liga pedindo pra eu descer até a garagem pra ajudá-lo e eu desci achando que ele tinha comprado algo pesado e ai...lá de repente me sai ela de trás da porta do carro.
Que felicidade!
Meu Deus eu sabia que estava com saudade mas agora, olhando pra ela, eu vejo que eu estava morta de saudade.
Adorei a surpresa!
Temos muita conversa pra por em dia.
Sábado, Setembro 12, 2009
So sad
Estou lendo um livro (há meses) que diz que a gente não deve renegar a dor e sim aceitá-la. Reconhecer que ela está lá... seja a dor, a raiva, a mágoa.
O autor fala para aceitarmos o que estamos sentindo por pior que seja porque ao aceitarmos estamos ajudando que aquele sentimento se dissolva e por fim desapareça.
Hoje acordei triste.
Triste de uma tristeza daquelas que não tem razão de ser.
Triste simplesmente por estar me sentindo triste.
Eu procurei aceitar isso e olhar lá dentro e dizer pra mim mesma que é OK estar triste as vezes, que é normal e até bom.
Mas a tristeza não se dissolveu, não foi embora.
Simplesmente ela fica doendo aqui como um prenuncio de coisa ruim.
Espero que seja só cansaço.
O autor fala para aceitarmos o que estamos sentindo por pior que seja porque ao aceitarmos estamos ajudando que aquele sentimento se dissolva e por fim desapareça.
Hoje acordei triste.
Triste de uma tristeza daquelas que não tem razão de ser.
Triste simplesmente por estar me sentindo triste.
Eu procurei aceitar isso e olhar lá dentro e dizer pra mim mesma que é OK estar triste as vezes, que é normal e até bom.
Mas a tristeza não se dissolveu, não foi embora.
Simplesmente ela fica doendo aqui como um prenuncio de coisa ruim.
Espero que seja só cansaço.
Quinta-feira, Setembro 10, 2009
Faltam 13 dias...
Para minha filhota chegar.
Já entrei naquelas de arrumar armários porque ela vem cheia de roupas e de coisinhas que comprou.
E também vou pegando cada vez mais traduções porque quero parar uns dias quando ela chegar.
A vida é realmente algo engraçado: quando não tem trabalho parece que nunca mais vai ter. De repente entra um e dai começa o telefone a tocar sem parar com outras pessoas perguntando se posso pegar outros trabalhos.
É como namorado. Quando se está só não aparece ninguém. Dai aparece um e a gente começa a sair com ele e ai aparece um monte.
Na Biblia já diz que "Quanto mais tem mais lhe será dado mas se pouco tem, até esse pouco lhe será tirado". (é mais ou menos assim, eu não vou procurar a Biblia agora pra ver).
Então o negócio é batalhar pra ter um...o resto vem...rs
O o grande problema é que as encrencas seguem essa mesma "lógica" (bem ilógica) - uma dor de cabeça nunca vem sozinha.
Estou lendo (há meses por falta de tempo) um livro sensacional que se chama - O Despertar de uma nova consciencia de Eckart Tolle.
Recomendo!
Ele trata justamente de como a gente pode se educar para lidarmos com os tempos de problemas e sofrimentos sem que eles acarretem em mais sofrimento.
Como viver uma coisa de cada vez sem acumular os problemas.
É muito interessante.
Não é livro de auto-ajuda que dá fórmulas mágicas de pensamentos positivos e sim um livro de filosofia, que analisa o modo como agimos e pensamos em determinadas situações e como isso influencia na sequencia de fatos que virão.
E eu também acredito no poder da oração.
No poder do agradecimento.
Tudo isso ajuda a vida a ser mais fácil até nos momentos mais dificeis.
Bom, vou voltar a trabalhar...rs
Já entrei naquelas de arrumar armários porque ela vem cheia de roupas e de coisinhas que comprou.
E também vou pegando cada vez mais traduções porque quero parar uns dias quando ela chegar.
A vida é realmente algo engraçado: quando não tem trabalho parece que nunca mais vai ter. De repente entra um e dai começa o telefone a tocar sem parar com outras pessoas perguntando se posso pegar outros trabalhos.
É como namorado. Quando se está só não aparece ninguém. Dai aparece um e a gente começa a sair com ele e ai aparece um monte.
Na Biblia já diz que "Quanto mais tem mais lhe será dado mas se pouco tem, até esse pouco lhe será tirado". (é mais ou menos assim, eu não vou procurar a Biblia agora pra ver).
Então o negócio é batalhar pra ter um...o resto vem...rs
O o grande problema é que as encrencas seguem essa mesma "lógica" (bem ilógica) - uma dor de cabeça nunca vem sozinha.
Estou lendo (há meses por falta de tempo) um livro sensacional que se chama - O Despertar de uma nova consciencia de Eckart Tolle.
Recomendo!
Ele trata justamente de como a gente pode se educar para lidarmos com os tempos de problemas e sofrimentos sem que eles acarretem em mais sofrimento.
Como viver uma coisa de cada vez sem acumular os problemas.
É muito interessante.
Não é livro de auto-ajuda que dá fórmulas mágicas de pensamentos positivos e sim um livro de filosofia, que analisa o modo como agimos e pensamos em determinadas situações e como isso influencia na sequencia de fatos que virão.
E eu também acredito no poder da oração.
No poder do agradecimento.
Tudo isso ajuda a vida a ser mais fácil até nos momentos mais dificeis.
Bom, vou voltar a trabalhar...rs
Segunda-feira, Setembro 07, 2009
And life goes on...
Toda vez que assisto Sleepless in Seattle eu choro. Se assistir 10 vezes vou chorar as 10 vezes.
Acho que já assisti mais de 10.
Agora nem estou assistindo porque estou no quarto trabalhando e minha mãe na sala assistindo e eu aqui...chorando.
A primeira vez que vi esse filme já foi em video porque quando passou no cinema eu estava em plena mudança da França para o Brasil.
Me lembro que queria esganar o Eric porque eu estava vendo o filme na casa da Jo e ele querendo que eu fosse pra casa procurar um colar de pérolas para emprestar pra filha do Horácio que era debutante naquele dia.
Acho que depois disso só assisti novamente depois que ele havia morrido.
E o filme fala sobre um grande amor, e morte, e um outro grande amor e não posso deixar de pensar que está mais do que na hora de na minha vida acontecer algum amor.
Nem precisa ser tão grande...rs
Se depender de eu sair à rua para encontrar esse amor isso não vai acontecer. Quero dizer, eu não acredito que encontraria alguém em baladas, barzinhos, ou qualquer coisa do genero.
Teria que ser algo bem mais espontaneo como começar uma conversa na fila do caixa do supermercado...rs
Mulheres sonham.
Alguns homens também mas eles não confessam.
Não quero viver com alguém novamente. Não mesmo. Não daria certo.
Mas queria alguém pra passear, conversar, rir...algo simples, algo sem dramas, sem paixões.
Alguém que me fizesse desejar não ter trabalho pra fazer no feriado apenas pra não ver o tempo passar.
Acho que já assisti mais de 10.
Agora nem estou assistindo porque estou no quarto trabalhando e minha mãe na sala assistindo e eu aqui...chorando.
A primeira vez que vi esse filme já foi em video porque quando passou no cinema eu estava em plena mudança da França para o Brasil.
Me lembro que queria esganar o Eric porque eu estava vendo o filme na casa da Jo e ele querendo que eu fosse pra casa procurar um colar de pérolas para emprestar pra filha do Horácio que era debutante naquele dia.
Acho que depois disso só assisti novamente depois que ele havia morrido.
E o filme fala sobre um grande amor, e morte, e um outro grande amor e não posso deixar de pensar que está mais do que na hora de na minha vida acontecer algum amor.
Nem precisa ser tão grande...rs
Se depender de eu sair à rua para encontrar esse amor isso não vai acontecer. Quero dizer, eu não acredito que encontraria alguém em baladas, barzinhos, ou qualquer coisa do genero.
Teria que ser algo bem mais espontaneo como começar uma conversa na fila do caixa do supermercado...rs
Mulheres sonham.
Alguns homens também mas eles não confessam.
Não quero viver com alguém novamente. Não mesmo. Não daria certo.
Mas queria alguém pra passear, conversar, rir...algo simples, algo sem dramas, sem paixões.
Alguém que me fizesse desejar não ter trabalho pra fazer no feriado apenas pra não ver o tempo passar.
Sábado, Setembro 05, 2009
O poder do futebol
Meus vizinhos do fundo estavam em mais uma briga daquelas, todo mundo gritando, um horror, mas normal num casamento.
A briga já estava durando um tempo quando de repente, do nada, silencio.
E eu continuei a trabalhar concentrada até que começou a entrar pernilongo e eu fui fechar a janela e ai entendi porque a gritaria havia parado: começou o jogo do Brasil.
Lá estão eles sentados assistindo...rs
A briga já estava durando um tempo quando de repente, do nada, silencio.
E eu continuei a trabalhar concentrada até que começou a entrar pernilongo e eu fui fechar a janela e ai entendi porque a gritaria havia parado: começou o jogo do Brasil.
Lá estão eles sentados assistindo...rs
Quinta-feira, Setembro 03, 2009
Minha terra tem palmeiras onde canta o sabiá...
Trabalhar ao som do canto de sabiás é uma delicia.
Aqui atrás do apartamento tem uma casa com amoreiras que estão cheias de fruto e os sabiás estão se regalando.
Com isso o dia inteiro eu tenho o prazer de escutar uma cantoria linda.
Também temos as legiões de maritacas que passam gritando o dia inteiro e os bem te vis, que não precisam de frutas pra vir morar aqui perto.
Nas torres de alta tensão no terreno aqui perto tem montes de ninhos de joão de barro. Um inclusive em cima da plaquinha que avisa - PERIGO.
Eu adoro isso e já quis tirar foto mas precisaria de uma máquina com um zoom melhor do que o que tenho porque tanto a placa quanto o ninho estão no alto.
No parque Kasato Maru, há um quarteirão de casa, tem biguás, garças aos montes, socó, martim pescador, andorinhas.
E por todo lado é uma festa de beija-flores.
Tenho muita sorte de morar num lugar tão bom e tão bonito.
Rezo para que as pessoas aprendam a preservar isso.
A única coisa triste é que roubaram 4 gatos da casa vizinha. Ela não sabe se levaram para ficar com eles ou para matar.
Eu acho que alguém quis ficar com os gatos porque eles eram todos muito bonitos e se estivessem levando pra matar com certeza teriam levado a Mimi também, porque ela está sempre na rua, junto dos gatos dessa casa.
Inclusive ela era dessa casa, mas veio aqui pro prédio e nunca mais quis ficar lá.
Nós tentamos devolve-la mas ela não quer.
Ai por fim nós concordamos com a guarda conjunta. Quando eles querem matar a saudade dela vem aqui em casa.
Somos bons amigos.
E os "ladrões de gatos" com certeza não querem a Mimi porque apesar dela ser siamesa e muito linda, é uma gata visivelmente velha.
Pequenas alegrias cotidianas nos proporciona a natureza. E tão importantes são nas nossas vidas essas pequenas alegrias.
Aqui atrás do apartamento tem uma casa com amoreiras que estão cheias de fruto e os sabiás estão se regalando.
Com isso o dia inteiro eu tenho o prazer de escutar uma cantoria linda.
Também temos as legiões de maritacas que passam gritando o dia inteiro e os bem te vis, que não precisam de frutas pra vir morar aqui perto.
Nas torres de alta tensão no terreno aqui perto tem montes de ninhos de joão de barro. Um inclusive em cima da plaquinha que avisa - PERIGO.
Eu adoro isso e já quis tirar foto mas precisaria de uma máquina com um zoom melhor do que o que tenho porque tanto a placa quanto o ninho estão no alto.
No parque Kasato Maru, há um quarteirão de casa, tem biguás, garças aos montes, socó, martim pescador, andorinhas.
E por todo lado é uma festa de beija-flores.
Tenho muita sorte de morar num lugar tão bom e tão bonito.
Rezo para que as pessoas aprendam a preservar isso.
A única coisa triste é que roubaram 4 gatos da casa vizinha. Ela não sabe se levaram para ficar com eles ou para matar.
Eu acho que alguém quis ficar com os gatos porque eles eram todos muito bonitos e se estivessem levando pra matar com certeza teriam levado a Mimi também, porque ela está sempre na rua, junto dos gatos dessa casa.
Inclusive ela era dessa casa, mas veio aqui pro prédio e nunca mais quis ficar lá.
Nós tentamos devolve-la mas ela não quer.
Ai por fim nós concordamos com a guarda conjunta. Quando eles querem matar a saudade dela vem aqui em casa.
Somos bons amigos.
E os "ladrões de gatos" com certeza não querem a Mimi porque apesar dela ser siamesa e muito linda, é uma gata visivelmente velha.
Pequenas alegrias cotidianas nos proporciona a natureza. E tão importantes são nas nossas vidas essas pequenas alegrias.
Não matei a saudade mas deu uma acalmada
Falei pelo skype com minha filha mais de 2 horas hoje.
Ela estava em Copenhagem e lá a conexão é boa e ela tem mais horas de folga em dia que termina um cruzeiro e começa outro.
Agora faltam 20 dias para ela vir pra casa.
Ela está gostando, aproveitando muito, se divertindo muito também, mas como ela mesma diz, o corpo está começando a acusar um cansaõ extremo.
Enfim...nada como se ter 20 anos.
Eu passo o dia no computador e no dia seguinte a alma está doendo...rs
Ela estava em Copenhagem e lá a conexão é boa e ela tem mais horas de folga em dia que termina um cruzeiro e começa outro.
Agora faltam 20 dias para ela vir pra casa.
Ela está gostando, aproveitando muito, se divertindo muito também, mas como ela mesma diz, o corpo está começando a acusar um cansaõ extremo.
Enfim...nada como se ter 20 anos.
Eu passo o dia no computador e no dia seguinte a alma está doendo...rs

